sábado, julho 25, 2009


[...] Estou tentando impedir que alguém repita a rematada tolice dita por muitos a seu respeito: “estou disposto a aceitar Jesus como grande mestre da moral, mas não aceito a sua afirmação de ser DEUS.” Essa é a única coisa que não devemos dizer. Um homem que fosse somente um homem e dissesse as coisas que Jesus disse não seria um grande mestre da moral. Seria um lunático – no mesmo grau de alguém que pretendesse ser um ovo cozido - ou então o diabo em pessoa. Faça sua escolha. Ou esse homem era, e é, o filho de DEUS, ou não passa de um louco ou coisa pior. Você pode querer calá-lo por ser um louco, pode cuspir nele e matá-lo como a um demônio; ou pode prosternar-se a seus pés e chamá-lo de SENHOR E DEUS. Mas que ninguém venha, com paternal condescendência, dizer que ele não passava de um grande mestre humano. Ele não nos deixou essa opção, e não quis deixá-la.

C. S. LEWIS - CRISTIANISMO PURO E SIMPLES.

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