quarta-feira, julho 22, 2009


Uma nota sobre “A menina que roubava livros”. É impressionante como o autor faz vc acreditar q qm escreve é mesmo a morte, ela observava Liesel o tempo inteiro, em alguns “diários da morte” ela se mostra irônica, cansada, porém dedicada. Frau Huberman, uma mulher que a principio me fez crer que era uma mulher sem coração, agora a vejo como vítima do sistema, a roubadora de livros e seu comparsa, Rudy Steiner, te levam a crer na amizade. E a relação de Max com Liesel me faz crer no amor, não de homem e mulher...mas de humano para humano...E o HANS... bom, ele é uma pessoa q eu nunca conheci ... mas é estranho como as vezes sentimos saudades de coisas que nunca aconteceram. E a morte? É ela é uma boa contadora de histórias ao passo q Liesel Meminger uma ótima roubadora de livros.

Karol Flegler

Um comentário:

  1. LOL muito bom o livro é muito grande e aqui está o resumo do resumo hahahah.

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