sexta-feira, agosto 28, 2009



Sempre me vejo nas ciladas em quem armam para o coração, seja nas minhas próprias histórias ou na de pessoas que confiam a mim tantas coisas que nem sei. Seja sentando no divã da minha sala do trabalho, q é uma longarina de 3 lugares, seja pelo cel, ou msn, orkut eu sempre ouço histórias de pessoas apaixonadas e muitas vezes não correspondidas por inteiro.
O que passa no coração de uma mulher? E o que ela deseja no fundo? A resposta dos homens seria:”Não entendo”.
Mas analisando profundamente... TODA MULHER QUER:
Uma situação inusitada, uma paixão avassaladora.
Um casamento no auge da paixão.
Um amor de verdade, que tão somente entenda que ela precisa de carinho.
Alguém para ligar quando o trabalho está estressante.
Alguém pra ouvir suas pirraças, fingindo que está levando a sério.
Que entenda de filmes
Que saiba falar sobre os dias futuros, e não absurdos.
Um cara que pare de dizer: “te adoro”, por que isso ela já sabe.
Um cara que não seja um completo idiota que só pense nele.
Um cara que fale a verdade, por mais ruim que ela possa parecer.
Um cara que não diga: Eu não posso ficar com vc pq... bla bla bla
E diga o porque de estar com ela.
É o básico, mas não pense que é só´num companheiro que ela quer, porque ela também quer ter tempo pras amigas.
O que toda garota quer é uma história, pra poder lembrar. Isso não se resume em flores no aniversário, é o absurdo que faz a vida ficar interessante.

KAROL FLEGLER

quinta-feira, agosto 27, 2009


ERA DIA 01 DE MARÇO DE 2000, quarta-feira. Era um dia normal, acordei tarde, me preparei pra ir à escola. Enquanto meu irmão descia do transporte, eu subia, e eram assim todos os dias. Eu estava na 6º série, não era a mais popular da escola, é claro. Minha vida sequer tinha começado. Na volta da escola, vi meu pai e meu irmão subindo para campo grande, iam comprar remédios pra minha mãe. Naquele dia, não lembro bem o que fiz, mas quando meu pai e meu irmão chegaram pedi a bênção a papai, ele me deu. Peguei um livro de geografia, fui estudar pra prova do dia seguinte. Meu irmão deitado na outra cama tentava levar a sério os estudos, não conseguia. Minha irmã na escola, minha mãe na cozinha, meu pai no bar que tem pouco a frente da minha casa, mandei meu irmão ir ao bar pedir ao papai pipoca, ele foi e quando voltava, quando ele me entregou, um barulho, eram tiros, 7 pra ser mais exata. Nós saímos correndo até a janela de onde poderíamos ver o bar. Ele não estava mais lá. Pensamos que ele teria saído pra ver onde eram os tiros, quando saímos para ver o que acontecera... um primo do meu pai voltava pra casa chorando, e quando saímos do portão... uma imagem que ficará sempre na minha memória fotográfica. ERA meu pai caído no chão, morto. Eu saí correndo e gritando e chorando, nunca imaginei, aos 11 anos, sentir tanta dor, os vizinhos foram pra rua, uma vizinha era enfermeira e constatou que ele havia morrido. Eu me lembro de ter encostado nele. Não me lembro mais. Me levaram pra casa, eu fiz um escândalo, dei meu lençol favorito para cobrir o corpo. NÃO ACREDITEI em nada. Depois disso minha vida MUDOU. “Um dia muito estressada com a vida e com Deus porque havia lido que podemos confiar nossa vida a Jesus porque ele passou por tudo que passamos”. Eu pensei:” Isso não é verdade, Jesus não viu o pai dele morto”. No outro dia, o Pr. “Pregava, não lembro sobre o quê, mas a única coisa que eu lembro foi que ele disse:” Jesus, provavelmente, perdeu o pai na adolescência, por que não há registros sobre ele após a festa da páscoa, certamente Jesus não falaria disso. Minha vida mudou de novo.
Karol Flegler

terça-feira, agosto 25, 2009


Talvez isso pode se tornar um livro, quem sabe? Desses que depois pegam as atrizes mais famosas para interpretar em um filme “hollywoodiano”... é como “Sex and City”, “Ele não está tão afim de você” entre outros que contam as histórias de amigas. Começando nesse final de semana. Seria uma introdução enorme. Vou, aos poucos contando as histórias, Vocês vão entendendo. Nesse ultimo final de semana “As4” estavam mesmo sem nada pra fazer, e a mãe das irmãs Taty e Jacy, viajou. CALMA...SOBRE cada uma primeiro, por ordem Alfabética: CAROL CRATZ, uma criança comelona de 20 anos que se diverte fazendo os outros rirem, sempre fazendo caquinha na vida... ela é uma clássico de “caí levanta”, amiga pra todas as horas, a mulher independente, ex noiva, a garota que todo mundo ama. Jacy, uma tipo de garota rara, não se importa muito com os homens e mesmo assim tem um aos seus pés, uma garota nova e madura, escreve e lê consideravelmente melhor e mais do que a maioria, guarda tudo o que se é falado, gênio forte, 17 anos. Karol Flegler, do tipo faz o que eu falo mas não faça o que eu faço, isso no que diz respeito a relacionamentos, uma criança de 21 anos cheia de sonhos, um tipo clássico de garota que acha que pode encontrar o príncipe encantando em qualquer lugar e fica fantasiando todas as cenas. Taty, uma garota linda de 21 anos que tem em seu coração um sentimento puro de amor e carinho pela irmã, mãe e afins. Chama atenção dos seres de outra espécie (homens) por sua beleza, ela é apaixonada, mas isso não quer dizer que ela está sempre ao lado da pessoa amada.
Então nesse final de semana, elas todas se reuniram para comer as coisas que mais engordam e que a maioria as mulheres fogem e também para assistirem filmes sobre histórias semelhantes às delas. Muito milk shak de Ovomaltine, caldo verde, bombons e muito refrigerante. Tudo estava indo bem quando o celular de karol Flegler tocou, o que fez todas sentarem em círculo no colchão da sala pra debater o assunto em questão, “a ligação de um amigo”. (CONTINUA)
Karol Flegler

terça-feira, agosto 11, 2009


Todos os livros sobre a guerra que eu li: A cruz de Hitler, Refugio Secreto, Diário de Anne Frank, A menina que roubava livros, Resistência e por ultimo...”O MENINO DO PIJAMA LISTRADO”...UM livro que me fez querer saber o fim da história. O livro trata de duas crianças completamente iguais e diferentes, uma alemã e uma Judia, de 9 anos cada. Aprendi que ser amigo não é “brincar”... é conseguir ser amigo sem poder estar do outro lado da cerca. Seria o mesmo que namorar sem beijar na boca, ainda assim namorados.
Médicos vão ser médicos, embora em determinado tempo sirvam comida pra “superiores”, atores vão ser os melhores autênticos do mundo, por que embora em muitas ocasiões precisem ser outras pessoas, sempre vão sentir falta do que são. Famílias são todas iguais...E amigos, vão ser pra toda vida...mesmo que ela acabe numa... bom isso eu não posso falar se não conto o livro. O mais impressionante é como o autor capta a pureza e inocência das crianças...vale a pena ler.
KAROL FLEGLER

sexta-feira, agosto 07, 2009



QUEM NUNCA COMETEU UM PECADO QUE ATIRE A PRIMEIRA PEDRA.
Incomparável Jesus Cristo.

Preocupe-se mais com a sua consciência do que com sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e a sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam, é problema deles.


Nós não somos o que gostaríamos de ser.Nós não somos o que ainda iremos ser.Mas, graças a Deus,Não somos mais quem nós éramos.



O Caminho da Vida
O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos.A cobiça envenou a alma dos homens... levantou no mundo as muralhas do ódios... e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e morticínios.Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela.

A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria.Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco.
Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.
(O Último discurso, do filme O Grande Ditador)

quarta-feira, agosto 05, 2009



Escrevendo por observação. Lembrando das coisas que eu gosto. E o que penso. Erwin Lutzer me ensinou em seu livro “A cruz de Hitler” o porque de escrever e C. S. Lewis me ensinou em seu livro “Cristianismo Puro e Simples” como escrever. Os dois livros são sobre o mesmo assunto, A cruz de Hitler escrito 60 anos depois da guerra e Cristianismo puro e simples escrito em plena guerra. O que me faz pensar que os dois estão em absoluto contraste. A igreja alemã omissa e o cristianismo puro e simples sendo resgatado.


“Se a igreja tivesse ao menos percebido que quando os judeus eram perseguidos, quem estava sofrendo era o senhor Jesus”.
(Erwin Lutzer)


“O orgulho leva a todos os outros vícios; é o estado mental mais oposto a Deus que existe”.
(C.S. LEWIS
)


Uma coisa é certa: Querendo ou não até a guerra é usada para acordar a igreja. Mas até que ponto? O que mais vai ter que acontecer no mundo pra podermos lembrar o que é o verdadeiro Cristianismo?

Estamos sendo omissos em nossa vida VERDADEIRAMENTE cristã. “para a igreja ser igreja” é preciso muito mais do que só viver cantando e sentando e fechando os olhos e ouvindo. Ser cristão é ser LOUCO. E é isso que tenho ouvido. MAS não só no modo de vestir, de falar, de cantar, de dançar. É ser louco. Louco de entrar na frente de uma arma para salvar, louco pra dizer: SIM, EU SOU CRISTÃO, quando isso é extremamente perigoso.

Erwin escreveu a Cruz de Hitler para nos lembrar o quão omissos foram os cristãos, mas que também houveram os heróis como Detrich Bonhoffer, que também é citado em “Cristianismo puro e simples”.

C.S. Lewis tenta nos lembrar quem devemos ser e como ser. Novas e puras criaturas em Cristo.

Que nenhuma Cruz reine na vida dos cristãos de hoje, mas que somente a cruz de Cristo, aquela que une céu e terra, semelhante a semelhante.


KAROL FLEGLER