quarta-feira, agosto 05, 2009



Escrevendo por observação. Lembrando das coisas que eu gosto. E o que penso. Erwin Lutzer me ensinou em seu livro “A cruz de Hitler” o porque de escrever e C. S. Lewis me ensinou em seu livro “Cristianismo Puro e Simples” como escrever. Os dois livros são sobre o mesmo assunto, A cruz de Hitler escrito 60 anos depois da guerra e Cristianismo puro e simples escrito em plena guerra. O que me faz pensar que os dois estão em absoluto contraste. A igreja alemã omissa e o cristianismo puro e simples sendo resgatado.


“Se a igreja tivesse ao menos percebido que quando os judeus eram perseguidos, quem estava sofrendo era o senhor Jesus”.
(Erwin Lutzer)


“O orgulho leva a todos os outros vícios; é o estado mental mais oposto a Deus que existe”.
(C.S. LEWIS
)


Uma coisa é certa: Querendo ou não até a guerra é usada para acordar a igreja. Mas até que ponto? O que mais vai ter que acontecer no mundo pra podermos lembrar o que é o verdadeiro Cristianismo?

Estamos sendo omissos em nossa vida VERDADEIRAMENTE cristã. “para a igreja ser igreja” é preciso muito mais do que só viver cantando e sentando e fechando os olhos e ouvindo. Ser cristão é ser LOUCO. E é isso que tenho ouvido. MAS não só no modo de vestir, de falar, de cantar, de dançar. É ser louco. Louco de entrar na frente de uma arma para salvar, louco pra dizer: SIM, EU SOU CRISTÃO, quando isso é extremamente perigoso.

Erwin escreveu a Cruz de Hitler para nos lembrar o quão omissos foram os cristãos, mas que também houveram os heróis como Detrich Bonhoffer, que também é citado em “Cristianismo puro e simples”.

C.S. Lewis tenta nos lembrar quem devemos ser e como ser. Novas e puras criaturas em Cristo.

Que nenhuma Cruz reine na vida dos cristãos de hoje, mas que somente a cruz de Cristo, aquela que une céu e terra, semelhante a semelhante.


KAROL FLEGLER