quarta-feira, agosto 12, 2009


FALANDO MAL DE “A CABANA”, IMPOSSÍVEL QUE ninguém veja o que há de errado com esse livro. Sim, eu concordo que o livro é bem escrito, que tem todo um minstério que te leva a querer saber o final da história. Mas os cristãos que me perdoem, mas ler e aceitar tudo o que está escrito sem discordar dos pontos do livro, é um absurdo, é não ter o mínimo de senso de “mero Cristianismo”. De todas as coisas que Jesus diria sobre ele, jamais se contradizeria (se é que essa palavra existe), no Livro Jesus fala que todos os caminhos de todas as religiões levam até DEUS, O QUE É uma MENTIRA. O próprio JESUS afirma na bíblia ser o caminho a verdade e a vida e que NINGUÉM vai ao pai se não por ele. Outro absurdo que me lembro de ter lido em “A cabana” é que JESUS não se importa com a religião, o Jesus que eu conheço era Judeu de carteirinha, foi apresentando no templo, ia nas festas, inclusive ensinava no templo, o que JESUS abominava era a hipocrisia dos JUDEUS, embora ele tivesse vindo “para os seus e os seus não receberam”, JESUS firma sobre a afirmação de Pedro que a igreja não será vencida. A questão não é que estamos falando de todas as igrejas que se dizem cristãs mas igreja que JESUS fundou. Mas isso é outro ponto importante da história do cristianismo. E o Espírito Santo, é santo. Ele não é só beleza, DEUS dentro de nós, convence o homem do pecado. E Deus, de todas as coisas que ele é nunca seria sarcástico, por que não faz parte da natureza dele. Há muitas outras coisas a se enumerar e pontuar, mas no momento é o que me lembro dos absurdos do livro. O que precisamos entender é que quando se lê um livro, precisamos tirar dele os prós e os contras e a única coisa boa que tirei do livro é: quando o personagem “o pai” se encontra com a personificação da sabedoria de DEUS, QUE EMBORA O LIVRO NÃO DEIXE CLARO, a cadeira de juiz não foi feita para o homem porque ele não alcança o chão. Leia com atenção e com uma bíblia do lado.
KAROL FLEGLER

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