terça-feira, novembro 24, 2009


Mais uma vez sobre as relações interpessoais, dessa vez, os romances do século. Eu poderia escrever uma novela com as vidas q me rodeiam, mas é melhor escrever só no blog.

Por que os homens não podem ser como o Edward ou Jacob? Ou Landon, de Um amor para recordar? Ou também o Noah de Diário de uma paixão?

Por que tem que ser o idiota que faz a mesma matéria que você, e mal olha pra sua cara? Por que tem que ser aquele amigo que gosta de outra garota? Por que tem que ser aquele que não se decide, que não dá um passo?

Aí você fantasia, coisas que é muito provável que nunca aconteça.
Formatura na escola, ele estará lá, e você como é muito criativa, pensa que ele vai te ver, estará com uma rosa nas mãos pra te entregar na decida da escada, e você muito envergonhada, aceita e dá as costas, como se não bastasse aquele momento super romantico ele te rouba um beijo. Tem que ter a mente muito criativa.

Aí você acha que ele pode se sentir pelo menos atraído por você de alguma maneira. Acha que essa outra garota é só uma brisa que passa e que logo logo ele vai te mandar uma linda e enorme carta de amor, pedindo desculpas pelas enormes idiotices que fez no tempo da ignorância. Aí na carta ele explica todos os olhares pra você, que você, superficialmente, não entendia. Bom, vamos considerar o fato de que é isso que você anciosamente espera.

Aí quando você acha que está tudo certo, “que agora vai”, você se permite uma pergunta, “e como vamos ficar agora?” Aí bate uma dor no peito ao saber da resposta: “não sei”. Aí você espera por um “pensar” da pessoa, está sempre esperando e nunca perde as esperanças porque, de fato, é isso que ele dá - ESPERANÇA.

Todas as histórias são comuns em um sentido : homens que não sabem o que querem e quando verem o que perderam vão se lamentar, e pode ser tarde. Só um leve conselho para as minhas amigas: Deus é capaz de nos dá infinitamente mais do que pedimos ou pensamos.
KAROL FLEGLER

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