terça-feira, novembro 03, 2009

MEU AMIGO VINÍCIUS MEDINA















O Vinicius, esse eu tenho que falar, desde os 7 anos de idade, todos os momentos da vida juntos, devo muito a esse cara aí. Lideramos, aprontamos, choramos, rimos juntos só não fui pra Alemanha com ele, mas ainda sim se eu não for, vale a pena saber q ele esteve lá. AMO. Mas tenho que contar histórias. Vinicius apareceu na minha vida quando eu tinha 7 anos, lá pelos anos de 1997, quando se mudou pra minha rua, eu era a mais velha até então, não poderia permitir que um menino novo atrapalhasse meus planos de dominar o mundo. Foi então que decidi me aliar ao inimigo. Mas com poucos dias meu pai que era pra frente já era amigo do pai dele, minha mãe que é a vizinha exemplar já conversava com a mãe dele, estudávamos na mesma escola, mas não na mesma sala. PRONTO. Eu já era amiguinha do Vi. A gente fazia umas coisas tipo desenhar a turma da mônica, o pato donald, em fim ele tinha gibis. Foi então que à medida que nos aproximávamos as coisas começaram a pegar, é porque de a gora em diante eu ia casar com o Vi, eu só tinha 7 anos e meu pai falava que eu ia casar com ele. Ele era uma peste. A gente estava brincando quando ele me disse que se eu batesse nas bonecas elas iam me matar quando eu dormisse, eu dormir sem a “CIÇA” durante uma semana. A gente viajou pra Venda Nova na casa de uns parentes dele, foi legal, é claro que fui no carro com ele neh. O tempo passou a gente crescia, e a gente tinha um clubinho de bicicleta é a gente mandava em todas as outras crianças da rua, e à noite era boca de forno. Mas um dia foi especial, estavam todas as crianças num fim de tarde andando e de bike, quando paramos em um quebra-mola e vimos: UM CASTELINHO no céu, embora ninguém acredite nas 7 crianças que estavam ali, todos nós lembramos disso, não era de nuvem era um castelinho dourado, mas ninguém acredita mesmo. Ele se mudou para a rua debaixo, nós nos afastamos um pouco, ele sempre me chamava pra ir na igreja onde estamos hoje, mas eu nunca queria, Quando em fim meu pai morreu que eu fui pra igreja, sim lá estava a gente de novo, todo mundo achava que a gente era namorado no começo mas, depois passou, passamos momentos incríveis juntos que já foram citados, até chegar o melhor show de nossas vidas. Foi em 2000 alguma coisa, no show da banda Resgate, eu era a garota mais revoltada que havia, pintava as unhas de roxo, de preto, de azul combinamos ir que nem loucos pro show e fomos, zuamos horrores, compusemos uma música que dizia: “Vou beijar na boca”, era só isso a música, em todos os ritmos, em todos os tons, zuamos, e tomamos esporro no outro dia do Pr. Ele é sempre o politicamente correto, sempre faz as coisas certinhas e eu sou a que não presto pra nada. Mas em Abril de 2003 assumimos a liderança do ministério com adolescentes, foi sofrido, mas foi o que nos fez aprender. Em agosto de 2006, depois de quase 3 anos trabalhando juntos ele chega na minha casa, desesperado dizendo: eu vou pra Alemanha, eu disse: claro que você vai! Ele foi. Eu preguei no culto de despedida dele, senti tanta saudade, e mesmo com distancia ele era uma peste, conversávamos no ‘msn’ quando ele me dizia que estava freqüentando uma seita, que falava com os mortos, e me colocou pra pensar: “o Vi desviou”. Depois de muito tempo fazendo hora com a minha cara, o telefone toca, era ele, aquele filho da mãe estava me fazendo chorar por causa dele. ERA SACANAGEM. Ele lá e eu aqui, muitas coisas aconteceram mas ele sempre estava por dentro das paradas, escrevi varias cartas pra ele que só entreguei nesse ano. Ele voltou e nossa amizade, foi provada. É passamos pela prova da distancia. Ele sempre esteve comigo nos momentos mais loucos, nem se eu trabalhasse minha vida inteira e desse todo meu salário a ele pagaria tudo que ele fez por mim. Não, eu não vou casar como ele embora ele queira, (ele vai me matar), mas quando ele tiver uma namorada, vou me esforçar o máximo pra aceitar. Amo esse cara, estaremos na Alemanha em 2011 visitaremos tudo. Nossa amizade é eterna, foi Deus quem escreveu.










LIVRO - KAROL FLEGLER - 2008/2009

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