quinta-feira, dezembro 03, 2009

Ao final da vida percebe-se o quanto foi tolo e feliz,
Se sorriu mais ou chorou mais,
Se viveu pra morrer ou pra se pra viver,
Ao final se pesa o sensato, o justo e o bom. Nada de revoltas em vão, o que queremos é o melhor do mundo e se o melhor depender de nós então é isso que vai ser.
Se nada vale a pena, por que tentar d novo? O final não é a morte?
Mas se você ainda deixa algo que lembre você valew a pena sofrer...
Os amores acabam e começam outros, ao final da vida nem se sabe o que foi o amor. Que se dane.
Eu quero me vestir como quem vai dormir e acordar quando achar q é bom. Quero escrever o que penso até os dedos cansarem, até as págs brancas acabarem, quero desenhar coisas sem sentido, e com sentido, quero andar de ônibus, ir de um terminal a outro, e vendo as paisagens feias e bonitas, pensando na vida e depois dela, tendo idéias e pensamentos . Quero poder gastar tudo em momentos, em filmes em livros e em lanches. Quero todos os movimentos artísticos de volta, quero Monalisa em grafitte no muro de Berlim, nas muralhas da china. Quero a capela Cistina do lado de fora da abóboda. Todos os povos falando uma só língua, falando tupi, falando outra língua que não seja o inglÊS, não quro carros, quero cavalos, não quero asfalto, quero terra vermelha batita, não qro flores artificiais, quero as de verdade. Não quero o q eu as pessoas têm, não me importa. Só o que eu tenho são palavras, e se todo mundo quiser isto eu dou de graça.
KAROL FLEGLER

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