quarta-feira, julho 28, 2010

(...)e ao me ver, me cumprimentaria com um belo exemplar do seu sorriso perfeito, e me chamaria pra tomar um café pra manter-nos acordados durante uma noite inteira pra me contar tudo da sua vida. Chegaria então no momento em que lhe entregaria um de meus livros contendo sua história, uma foto roubada adulterada.
O que não sentia por alguém que nem sabe era a vontade de estar longe.


Karol Flegler - livro sem título.

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