sábado, julho 10, 2010


Muito comentado e zuado o caso “Bruno”, o goleiro do Flamengo que matou uma mulher. Eu não me aprofundo muito nesses assuntos, não que não me interesse, mas acho que existem coisas mais legais de se ler. É claro, porém, que não podemos ser completamente “tapados” com relação às ultimas informações do mundo. Mas não preciso ler pra saber, minha mãe se encarrega de falar tudo o que é mais importante quando vamos dormir, ou seja, ela conta tudo o que soube durante o dia antes de dormirmos, às vezes eu só digo “anrram”, mas as vezes conversamos a respeito. Do mais... Ela disse que o Bruno foi taxado como um dos maiores psicopatas do nosso tempo. Eu li no jornal que psicopatas são pessoas que não se arrependem, tipo, matar uma pessoa e tomar um copo d’água é a mesma coisa. Isso foi um PROF da UFES que escreveu. Então se o Bruno não tem nenhuma perspectiva de arrependimento ele se torna um psicopata, mas como um psicopata pode ter se disfarçado de goleiro esse tempo todo? Digo, quando vemos algum caso do tipo, sei lá...um maníaco do parque, um doido qualquer, mal sabemos da vida dele antes, mas quando alguém é famoso, ficamos pensativos, e a mídia, é claro, só fala disso.
Ficamos surpresos com tamanha hostilidade e crueldade da parte dos assassinos, mas não paramos pra observar que é isso mesmo que está dentro de cada um de nós quando não temos uma verdadeira e íntima relação com DEUS. Os homens matam. E isso é desde a primeira família na Terra, Caim matou Abel, e naquela época não tinha dado tempo de desenvolver um caráter de psicopata. Caim matou Abel por ser homem e pecador. Você pode até me chamar de psicopata, mas já fiquei muito feliz por saber da morte de alguém. Não, eu não sou psicopata, eu sou humana e os humanos erram, hoje, porém, tenho uma visão totalmente diferente, o que me impede de matar alguém não é só uma regra imposta pela sociedade que dá direito a vida, é o amor que o PRÓPRIO Deus concede aos seus filhos que me impede de querer fazer o mal pra alguém. E ainda assim faço às vezes, mas sou inocente, não matei ninguém.
Ficamos espantados com o ódio, mas ele está cada vez mais próximo. Pensamos no outro como monstro e sabemos que dentro de cada um de nós existe um também. Não estou falando de demônios e possessões que existem em alguns casos, estou falando da natureza maldosa do homem que até nisso tenta colocar a culpa na serpente. Estou falando do homem mal que somos, capazes tanto de julgar alguém que tenha feito algo como Bruno, como de fazer o mesmo. É por essas e outras que o mundo está perdido, se encararmos os fatos como desvios de comportamentos, doenças psíquicas e /ou Neurológicas acabamos por tentar achar a cura em fontes erradas, a cura para a maldade humana está no Bem e esse é DEUS.
Karol Flegler

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