terça-feira, dezembro 21, 2010

ARTES


Eu já disse que vou parar de reclamar da vida, neh?! Então vamos escrever. Nesse fim de período foram muitos trabalhos e escrevi bem pouco, talvez por isso no dia de hoje me veio uma vontade imensa de não mais existir. Mas aí eu penso: “Como sobreviverão sem minha ilustre presença no mundo?” Aí lendo o jornal de hoje, mais precisamente, a gazeta, no artigo do Arnaldo Jabor, percebi que há esperança para o mundo. Não que eu tenha gostado inteiramente do artigo dele, mas que algumas coisas são boas, mas como ele mesmo disse, ele não é critico de arte, e embora ele não tenha estudado arte é um cara inteligente pra expor opinião, e a dele é muito parecida com a maioria da população brasileira. O que acontece é que é a mesma pergunta há séculos: “O que é arte no mundo de hoje”?!
Bom então, concluí o 2° período do curso de artes visuais com boas notas superando em muito o fracasso do primeiro período. Minha consciência relacionada à arte mudou um tanto pelo tanto de texto do Fussler e do Walter Benjamim que eu li, mas artisticamente falando e me avaliando pelos comentários do Jabor sobre a bienal que eu não fui, eu vejo que estou no caminho certo.
A arte não pode ser óbvia por isso ela traz reflexão, mas ela não é só protesto contra a beleza, precisa ter consistência em seu discurso, e também não é só entregar um portfólio de fotografia ou desenho, é pensar isso.
Quando O Jabor critica a bienal, devo admitir que embora eu não tenha ido e visto as obras, imagino e pelo que li, muita coisa FOI o de sempre. E vi isso acontecendo com trabalho de alunos no campus, temas como “planeta, conhecimento, fluxos etc”... SÃO temas que já deram. VAMOS fazer algo realmente novo?
Quando eu digo que há esperança é que penso nessa nova forma de arte e como ela não é aceita, vivemos num período de transição louco em muitos sentidos, e essa transição tem feito da arte e dos artistas seres até ridicularizados quando outrora foram seres tão comuns ou em tempos diversos, seres que fizeram o mundo girar. Mas e os de hoje? Só fazem o que?
É PRECISO REPENSAR A ARTE.
Karol FLEGLER.

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