quarta-feira, dezembro 14, 2011

INsPIRAÇÃO

A noite é clara, de sol que parece Lua de Lua ki lembra o Sol
Todos os astros do universo foram feitos por suas mãos, ó grande Criador.
O universo inteiro dança ao seu redor dando-te glórias e honras.
As estrelas não brilhariam se não fosse reflexo do seu poder,
O sol jamais aqueceria se não fosse por seu amor.
Toda criação está aos Teus pés.
A lua que reflete seu poder sobre as trevas, tão pura, e soberana.
Quanto mais escuro ... mais se vê estrelas
Quanto mais tentados somos, mais resistimos
Quanto mais problemas, mais vimos teu poder
E o sol...
Este que brilha sobre todos, sobre os quais nem merecem...
Ó Deus, não merecemos nada, mas a criação demonstra seu amor por nós.
Quando eu penso em tuas mãos definindo textura de cada folha de cada árvore,
O sabor de cada fruto, a cor de cada um deles... penso que em algum momento especial pensastes em mim...e quando fizeste o feijão lembrou-se de como eu precisaria dele e riu ao me imaginar fazendo cara feia pra comer...
E os animais... os delicados e pequenos os grandes e puros...os dóceis e até os amedrontadores formastes em sua idéia...

De modo tão louco fui criada, tão especificamente planejada, tão unicamente amada.
Salva e remida.
Mal posso esperar pra ver cores que ainda não conheço, e saber que um dia verei ao seu lado, Jesus.
Não paro de pensar que talvez no céu tenhas seu próprio ateliê...e que de lá nasce as grandes idéias e planos.
Que um dia viajaremos pelo universo ouvindo sua história, ouvindo a minha história dos seus próprios lábios;
Um dia, espero encontrar-te e nem dizer nada... estar parada a sua frente como que contempla uma obra...e ser a obra contemplada
Perfeito criador e criatura perfeita.
Dos céus de onde me observas é onde quero estar para contemplar-te.
Obrigada pela Salvação, Jesus! Não por que mereço, pq jamais farei bem sufisciente para poder alcançar o céu, mas obrigada pela GRAÇA.
TODA criação está aos seus pés...as galáxias dançam
As estrelas brilham...e eu ...eu que sou só um montinho de terra penso em ti, Jesus.
Karol Flegler

domingo, novembro 27, 2011

"You couldn't see me"

Depois de algum tempo as coisas vão ficando como bola de sabão

Leve, voando e não existindo.

As vidas passam, mas não marcam.

Seria deprimente dizer-te que a consciência e lógica em demasia ferem os sentimentos. Tudo que é muito lógico não tem haver com o que se sente afinal.

Pq o sentimento é isso mesmo, não é?!

É esse “Não sei o que” de muitos frios e arrepios.

Não é?

É esse não querer mais que bem querer.

É querer bem,

Bem perto, bem junto, bem agora, bem pensando com o coração.

Pq o tal “sentir” cega a consciência, o lógico, o raciocínio.

Ter os dois é terrivelmente sofrível.

É quase sentir num dia e pensar no outro, no outro dia e no outro ser.

É sentir agora e pensar o futuro. Quase não se pensa o presente pra sentir o futuro.

Mas ki loucura é essa sentir aos 23? Ki responsabilidade intensa é essa de não ter mais 13 anos?

Ki palhaçada é essa de tomar conta do coração dos outros? Não se dá conta nem do próprio... e por ser próprio é quase um nome, nome que se dá depois de pensar que as coisas podem ou não ir bem.

Pode ser que sim e pode ser que não, pode ser que eu acredite nisso tudo um dia e que eu não fale mais nas entrelinhas. Pode ser também que eu duvide muito e jamais deixe entre um olhar e outro a possibilidade de dizer verdades, pode ser que isso não seja poesia.

Karol FLegler

quinta-feira, outubro 20, 2011

Ao meu querido filho!

Quando você nascer seja bonzinho!

Quando estiver na creche obedeça todos os horários, coma, durma e se divirta, mas comece a dar trabalho para os professores, mostre-se problemático.

Quando for para o fundamental, demonstre problemas no comportamento, irrite os colegas e seja agressivo. Finja que não sabe ler.

Eu vou preparar tudo pra nós, vamos morar numa casa péssima, seu pai nos trará muitos problemas.

E porque isso?

Por que assim o governo do nosso país tomará medidas drásticas conosco.

Nos dará vários auxílios, seremos pobres na medida que o governo quiser, e quando ele quiser que compremos mais, para que o capital gire, a inflação diminua, que aumente o consumo ele dará um jeitinho que só ele sabe dar.

Investirá em você. Sim, lhe colocará em vários projetos pra que você ocupe seu tempo, para que não vá pras ruas. Não é ótimo? Mas isso só se você for um péssimo aluno, por que se for bom, vai ter que ficar em casa.

Você poderá ir ao teatro, cinema, fazer várias oficinas, aprender várias coisas, mas só se você e eu nos esforçarmos pra isso.

Depois, quando estiver no ensino médio, tire algumas camisinhas da máquina da sua escola pra não engravidar ninguém para que o governo não gaste no parto de nenhuma menina.

Aí você estuda, mas não muito, pra que você não vá pra Universidade, porque isso também gera custos pro governo e é perigoso porque lá te dará vontade de pensar.

Por fim, pague todos os seus impostos, não pra que tenhas saúde ou educação ou segurança... Não não... é pra que ele, o governo, aumente o seu salário.

E sem mais delongas... não seja preso, isso também era um custo.

Filho, não reclame. Eles podem jogar bombas em você. Se a passagem aumentar... pague ...

Assim, construiremos um país de paz. Um Brasil melhor para todos.

Karol Flegler

terça-feira, setembro 13, 2011

Sempre tem um João.

Talvez você não saiba. Mas sempre tem.

Vou explicar.

Já fez um ano que estou com o pequeno grupo de juniores aqui em casa, e tem um João, já falei dele aqui no blog, uns 11 anos que quando me abraça me falta ar.

Na escola que dei aula tinham 3, um em cada turma, me encantei.

E agora fazendo um estágio do programa “tempo integral”, cheguei à conclusão que sempre tem um João, não que no grupo tenha um, mas é que o grupo todo é um João.

E até parece que quando se quica a bola de basquete há mais chance de acertar a cesta.

E até parece que quando se grita há mais possibilidades de se fazer o gol.

E até parece que me abraçando vai fazer doer menos a falta de pai e mãe.

E até parece que ficar perto ‘das tias’ vai fazer esquecer a dor.

E até aprece que cantando “musicas de igreja” vai animar o pessoal do ônibus.

Parece-me ... que uns tantos futuros eu já vi.

Parece-me que isso eu tu já vivi...pq , como diziam meus amigos, se for ver...

SEMPRE TEM UM JOÃO.

Karol Flegler

sexta-feira, agosto 26, 2011

Arte, português, matemática, ciências, História, Geogreafia ETC...


É o meu país!!! Em tempos de “Fundamentos da Arte para Educação” e “Menos da metade dos alunos sabe o que deveria. Essa é uma das conclusões da Prova ABC, aplicada no país a crianças do 3º ano”. Eu me pergunto: PRA QUE?

A matéria dessa manhã vem falando dos números que para o governo são importantes para o aprendizado no país. Ensina-se a ler e a contar. Ler pra futuramente ler os contratos de alugueis, os processos sob os quais estarão inseridos. Ensina-se a contar, somente o dinheiro que deverá ser gasto no mês, as contas e para que os impostos estejam em dia.

Considerando que a Arte é esse descortinar, que a valorização da mesma em países de primeiro mundo se difere em muito do Brasil, cabe a nós, artistas, arte educadores questionar esse país a respeito dessa desmedida educacional. Falaríamos nós de “Arte para todos?”

Segundo Ana Mae Barbosa, o ensino da arte no Brasil se baseia em um tripé: Ver arte, conhecer arte e fazer arte. E COMO VERÃO SE NÃO SE LEVA ÀS PROBRES crianças aos museus? E como conhecerão, se os professores de arte só dão “desenho livre?” e como farão, se ninguém dá importância?

É claro que alguma coisa tem mudado, mas não se deve cruzar os braços e se acomodar.

As crianças mal sabem ler e contar. Quanto mais pensar que podem ter um país melhor. A arte não resolverá os problemas desse país, mas vai encaminhar o pensamento para mudança nos próximos anos.

Karol Flegler

terça-feira, agosto 02, 2011

(...) Quando avançaram mais, tiveram a estranha sensação de que, pelo menos ali, o céu e unia-se a terra à terra- em uma parede muito azul, muito brilhante, mas real e concreta, parecendo vidro.Depois tiveram certeza total. Estavam agora muito perto. Entre eles e a base do céu havia uma algo tão branco que, até mesmo com seus olhos de águia, dificilmente poderiam fitar. Continuaram e viram que era um cordeiro.

- Venham almoçar – disse o Cordeiro na sua voz meiga.

Notaram que ardia sobre a relva uma fogueira, na qual fritava peixe. Sentaram-se e comeram, sentindo fome pela primeira vez em muitos dias.E aquela comida era melhor de todas que já havia provado.

-Por favor, Cordeiro, disse Lúcia-, é este o caminho para o país de Aslam?

- Pra vocês, não- respondeu o cordeiro. Para vocês , o caminho de Aslam está no seu próprio mundo.

- No nosso mundo também há uma entrada para o país de Aslam?-perguntou Edmundo.

Em todos os mundo há um caminho para o meu país- Falou o Cordeiro. E, enquanto falava sua brancura de neve se transformou em ouro quente, modificando também sua forma. E ali estava o próprio Aslam. Erguendo-se acima deles e irradiando a luz de sua juba.

- Aslam!- Exclamou Lúcia. – Ensine para nós como poderemos entrar em seu país partindo de nosso mundo.

- Irei ensinando pouco a pouco. Não direi se é longe ou erto, Só direi que fica do lado de lá de um rio. Mas nada temam, pois sou eu o grande construtor da ponte. Venham, vou abrir uma porta no céu para enviá-los ao mundo de vocês.

(...)

- Nosso mundo é Nárnia - soluçou Lúcia. – Como poderemos viver sem vê-lo?

- Você há de encontrar-me, querida – disse Aslam.

- Está também em nosso mundo?- perguntou Edmundo?

- Estou, mas tenho outro nome.Tem de aprender a me conhecer por esse nome. Foi por isso que os levei a Nárnia, para que, conhecendo-me um pouco venha conhecer-me melhor.

(...)

No mesmo instante, abriu-se uma fenda na parede azul, como se uma cortina fosse rasgada, e uma luz impressionante brotou do lado de lá do céu.e sentira a juba e um beijo de Aslam na testa. E encontraram –se no quarto dos fundo da casa de Tia Albertina.

quinta-feira, julho 21, 2011

One LORD


C. S. Lewis me ensinou uma coisa muito importante: Sobre como utilizamos mal as palavras e os significados que elas têm, uma dessas palavras é sentido de “bom”. Jesus disse que só Deus é bom, porque bondade é uma característica divina.

Durante muitos anos de minha vida conheci pessoas mais ou menos, conheci pessoas más, indiferentes, chatas, legais, mas, pessoas realmente boas conheci algumas, bem poucas. Essas pessoas exalam amor, que dá vontade de ficar perto, pessoas que se pode passar horas e horas ouvindo. Geralmente são pessoas mais velhas e experientes. Não, não estou me confundindo, eu disse que Jesus disse que só Deus é bom.

Nessa semana tive oportunidade de conhecer mais dessas pessoas com essa característica divina. Por vezes, um simples gestos ou sorrisos ou “hello” me fizeram acreditar que os humanos podem dar o melhor de sim em prol de algo grande, benéfico e sem ganhar nada por isso.

Nessa semana eu conheci pessoas nobres.

Eu vi pessoas correndo, sujando, ultrapassando as barreiras lingüísticas pra salvar um pedaçinho do mundo. Eu vi pessoas se doando, doando.

Nessa semana eu vi o céu.

Because we are one people, one faith, one love, one LORD.

Karol FLegler

segunda-feira, julho 04, 2011

Análise "O quarto do Artista em Arles"


Análise da Obra deVicent Van Gogh – O Quarto do Artista em Arles, França, 1888, Óleo Sobre tela, 57,5x74 cm, Museu de Orsay, Páris.

Bibliografia: Ernest Gombrich – A História da Arte e Robert Cumming – Para entender a arte.

Vicent Van Gogh(1853-90) foi um pintor rejeitado em sua época, suas obras não fizeram sucesso enquanto estava vivo, no entanto, depois de sua morte alguns de seus quadros foram vendidos por milhões de dólares. Segundo Robert Cumming, Vicent Van Gogh pintou três versões desse quadro. A terceira pintou para sua mãe enquanto estava em um asilo no sul da França. No quadro Van Gogh pinta a “espera de seu amigo” Paul Guauguim. Há evidências na tela como por exemplo: uma cama com dois travesseiros, duas cadeiras, duas portas, duas jarras de água e dois quadros. A cama na lateral esquerda do quadro encostada na parede quase bloqueando a entrada pela porta lateral, na parede há dois quadros sendo um o Auto retrato e outro a pintura de sua irmã Wil, embaixo dos quadros há duas gravuras e na parede de fundo há uma gravura de influencia japonesa, há também uma espécie de cabide onde estão penduradas as roupas e chapéu, Uma janela entreaberta para dentro e ao lado um espelho, na parede da direita do quadro há uma toalha pendurada e mais uma porta entreaberta e uma cadeira interrompendo a passagem. No fundo do quadro há uma mesa em diagonal da direita para esquerda não encostada na parede encimando estão duas jarras, copos e pratos, e ao lado mais uma cadeira, tanto a mesa e as cadeiras estão em diagonal. A Perspectiva do quadro não é matemática nem perfeita, dá uma sensação de que o quarto está flutuando. As paredes estão em tons de azul claro e as portas em azul escuro, os móveis, ou seja, as cadeiras, a mesa e a cama e até as molduras dos quadros estão em tons de amarelo, a janela se coloriu com verde e os vidros em verde bem mais claro assim como os acentos das cadeiras. Todo o quadro está em sintonia pois passa entre as cores análogas, somente o cobertor da cama dá maior contraste pois é vermelho, contrastando com a cor predominante das paredes e das portas.A tela está o tempo todo entre o frio e o quente, o frio das cores azul e verde com o quente do amarelo e vermelho. A maioria dos objetos estão em par, assim como as cores, entretanto, os objetos únicos se relacionam com a cor única do piso em tons de marrons.

Van Gogh esperava seu amigo Guaguim, talvez por isso tenha pintado os objetos em pares; pela espera de um companheiro , além disso Van Gogh vivia sozinho, expressando a espera pela companhia. A janela entreaberta para dentro e as portas expressam a facilidade com que alguém teria de entrar em sua vida ao passo que estava esperando alguém chegar. O equilíbrio das cores não expressão o equilíbrio de seu estado mental, tal que era descontrolado por lapsos nervosos; mas a pincelada grossa e a camada de tinta espessa demonstram sua intensidade de ser Van Gogh.

O amarelo era predominante em suas obras, mas nem sempre foi assim, no começo de sua vida artística pintava com cores escuras e amarronzadas, como é o caso de “o Jardim da casa paroquial em Nuenem, 1884, Páris. THEO era seu irmão e patrocinador de suas obrase o encaminhou para o Sul da França onde a incidência da luz do sol era predominante e onde Van Gogh se abasteceria dessa mesma luz para pintar e onde essa luz iria incidir em forma de tinta amarela. A mudança de cidade influenciou na pintura de Van Gogh e a mudança de estilo de vida influenciou seus temas e como conseqüência sua pincelada.

É claro que a não venda de seus quadros deixaram Van Gogh desiludido com os relacionamesntos, mas isso era combustível para seus temas, os girassóis e os campos de milho, tudo em amarelo bem forte, amarelo ouro simbolizando riqueza. Infelizmente, meses depois do quadro do quarto ele suicidou-se e depois de sua morte tornou-se um ícone do expressionismo e sua obra teve muito valor, valor que ele mesmo reconhaecia.

Karol Flegler.

sábado, julho 02, 2011

Ser eterno não é escolha!

Salmo 34-1 – Bendirei ao Senhor o tempo todo! Os meus lábios sempre o louvarão!

Eu sou Karol e estudo artes na Ufes. E durante toda minha vida nunca tinha ouvido alguém dizer que não queria viver eternamente. Mas estudando, ouvi. Um professor disse: O que eu vou fazer na eternidade? Nõ vou poder escolher entre uma coisa e outra, não vai ter prazo, tempo nem nada a eternidade vai ser muito chata! Outra Professora disse que esse lance de “eternidade” é pra quem tem medo de morrer e não aceita isso! Tolinhos... Mal sabem eles que estão sendo enganados. O que a bíblia diz sobre a eternidade?

“Ele fez tudo apropriado em seu tempo. Também pôs no coração do homem o anseio pela eternidade; mesmo assim ele não consegue compreender o que Deus faz.” Ecl. 3:11

Mal sabem eles que o tempo de escolher é agora e que esse lugar é aqui.O homens inventaram sobre o que fazer depois da morte, ou seja, não ter nada depois da morte, para que pudesse viver da maneira que quisessem aqui, e acreditem, eles acreditam nisso!

Se então, as mentiras dos homens os levam a perdição na vida terrena e ao sofrimento eterno e nós os que cremos o que faremos na vida eterna?

VEJAMOS histórias de pessoas que fizeram escolhas como as que nós hoje em dia fazemos:

Mateus 19- 16 ao 23

O jovem rico escolheu as riquezas terrenas e deixou de seguir a JESUS por conta disso.

Lucas 5-27 ao 32

Levi ou Mateus escolheu seguir a Jesus, e pq? Mateus era publicano, também tinha grana, mas sentia que precisava de algo mais.

O homem se aproxima mais de Deus quando, em certo sentido se assemelha menos a Deus. Pois que diferença pode ser maior do que aquela que existe entre plenitude e necessidade, soberania e humildade, justiça e penitencia, poder ilimitado e pedido de ajuda?. LEWIS

Quando estamos mais afastados de Deus é que vemos a necessidade de nos aproximarmos dele. Quanto mais você se achar o bom, o justo mais longe vai estar de Deus. Em outras palavras quanto mais vc se achar, mais longe vai estar do pai eterno. Se sua situação hoje é de se achar, peça a Deus misericórdia e ore a Deus pedindo socorro. Se você hoje se sente péssimo, isso é bom, por tem a oportunidade de depender de Deus. Ore e peça a Deus perdão dos seus pecados e junte-se a Ele.

O Jovem rico não conseguiu seguir a Jesus pq estava preso aos desejos terrenos, ao que o mundo poderia dar.

Col 3- 1 e 2 diz:

“Portanto já que ressuscitamos com cristo, procurem as coisas que são do alto, procurem as coisas que são do alto, onde Cristo está assentado a direita de Deus. Mantenham os pensamentos nas coisas do alto e não nas coisas terrenas. “

E hoje, quantos autos nós temos?

Auto ajuda, qndo a ajuda devia vir do alto.

Auto controle, qndo Deus que devia controlar nossa vida!

Existem muitos autos substituindo o ALTO.

Qndo entendermos que trabalhamos para encher o alto e estamos treinando para quando chegarmos lá, entenderemos que nossa vida aqui não passa de um sopro e que isso aqui é só um processo de escolha para saber onde passaremos a enternidade.

Você escolhe aki na terra onde ira passar a eternidade, se no céu ou no inferno.

C.s Lewis disse: “se vc aspirar o céu, terá a terra de lambuja, se aspirar a terra perderá os dois.

Nossa missão é pensar na eternidade e levar outras pessoas a pensarem no mesmo.

E agora, o que faremos no céu?!

Não dá pra fazer evangelismo no céu!

Mas dá pra viver em comunhão, e se vc não aprender aki, vai aprender ond? Se você não praticar aki não tem como ir pro céu!

E adoração?

Se eu não for um adorador aki, dificilmente serei no céu!

O salmo 34. O salmista diz que ‘SEMPRE’ LOUVARÁ AO SENHOR E BENDIRÁ AO SENHOR.

Sempre é quando as coisas estão indo mal ou bem!

quinta-feira, junho 30, 2011

Reprodutibilidade e Pirataria

O grande astro do Cinema mundial foi Charles Spencer Chaplin mais conhecido como Charlie Chaplin, ele foi ator, diretor e produtor de grandes filmes e foi principal contribuinte da sétima ARTE – O CINEMA. Charlie, no filme “O Ditador” discursa:

Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria.

Ele estava falando do início das revoluções das máquinas, quando a produção em massa estava tomando seu espaço.

Walter Benjamin fala sem seu texto “A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica” sobre a fotografia e o filme, as novas formas de arte nos anos de 1930, e nem de longe imaginava, talvez, sobre o que vivemos hoje como reprodutiblidade técnica da sétima arte.


Entende-se por pirataria a reprodução, venda e distribuição de produtos sem a devida autorização e o pagamento dos direitos autorais.

Segundo Benjamin, “A obra de Arte, por princípio, sempre foi suscetível de reprodução. O que alguns homens fizeram podia ser feitos por outros. Assistiu-se, em todos os tempos, à discípulos copiarem obras de arte, a titulo de exercício, os mestres de reproduzirem-nas a fim de garantir a difusão e aos falsários imitá-las com o fim de extrair proveito material.”

“A pirataria é um fenômeno mundial que cresce intensamente, por despertar o interesse do consumidor através de um relevante atrativo: preços abaixo do mercado, que não permitem a concorrência entre os produtos falsificados e aqueles oferecidos pelo mercado legal.“

“constitui crime previsto na Lei nº 9.610 de 19 de fevereiro de 1998 do Código Civil e no Art., 184 parágrafos 1º e 2º do Código Penal Brasileiro, sujeito o infrator a penas de 1 a 4 anos de retenção.

Walter Benjamim e Charlie Chaplin colocaram o assunto em foco muito antes da pirataria que existe hoje existir e falaram muito bem do modo como ser humano reproduz, às vezes, indevidamente a obra de arte. Chaplin nem falou desse assunto, mas falou da produção em massa e Benjamim falou sobre o que isso traz para o mundo das artes.

A reprodução em massa de DVDs piratas trazem prejuízos de milhões por ano para as indústrias cinematográficas, pois com a não venda dos filmes e a reprodução pirata muito dinheiro é perdido, pois os piratas são 93% mais baratos que os originais. Além da violação de direitos autorais, o que caracteriza como crime é que as mídias são manipuladas com programas de computador, que por sua vez, também são pirateados, para desbloquear os “Compacts Discs”. E o texto do Chaplin se encaixa bem quando diz que “A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria.” A tecnologia moderna nas mãos de pessoas erradas tem deixado o mundo em parafuso. Não é difícil ver, ao sair na rua, bancas de filmes piratas, por vezes, nem saíram do cinema. A qualidade é sempre inferior, mas se tem quem compre é um motivo para não deixar de produzir, ou nesse caso, reproduzir. E a população, em sua maioria não está se importando com quem fez, quem foi pago ou não, até porque o dinheiro da produção cinematográfica enriquece uma minoria. Então, se estão ficando ricos fazendo cinema, por que não dividir com a pirataria? E ainda difundir a sétima arte? Hollywood não ficará menos rica, deixará de lucrar mais. Até porque os cinemas ainda são as “salas culturais” mais freqüentadas.

O grande problema é que o lucro vai para as mãos do tráfico, dos bandidos, não vai pras mãos do governo nem dos grandes empresários. Mas ainda assim, a sétima arte está sendo difundida. Por mal ou por bem.

Até onde o certo e o errado entram nessa questão?

No decorrer do discurso de Chaplin ele fala sobre a igualdade e o direito de todos assim como para Benjamin, com a perda da aura se destrói a unicidade e a singularidade da obra de arte, mas ao perder seu valor de culto, o seu valor de exposição se intensifica. A obra adquire então uma nova característica: ela se torna acessível a todos. E ganha um novo valor: o valor de consumo.

Será de que Chaplin, com sua ideologia, se importaria com a reprodução pirata de suas obras?

Imagino que não. Quando uma obra de arte é feita por ideologia é feita pra ser difundida a qualquer preço. Assim como são impressões milhares de santinhos, esculturas para oração das mais diversas religiões, a arte quando pensada ideologicamente é reproduzida para difusão de seus ideais. No cinema não é diferente, se um filme é feito para ser exposto, para idéia de profusão de pensamentos ele deve ser difundido gratuitamente para as massas. É claro que há custos, assim como há custos para produção de outros objetos artísticos, toda via, não se pode impedir o acesso à obra de arte, nesse caso, o filme.

Se por um lado a obra de arte precisa ser distribuída para as massas com custos, esses deveriam ser mínimos. Os produtores querem lucrar com suas obras, assim como pintores famosos. Eles não estão errados. Mas quem acaba pagando o preço mais alto é a população que carece de cultura, que precisa da arte e que se corrompe pela possibilidade de ter arte acessível por um preço menor.

Entendendo o que a arte é para sociedade e o que ela pode fazer pela mesma, dever-se-ia entrar em acordo todos os meios de produção, para que a arte seja acessível e própria para o consumo.

Consumo desenfreado ou alienado?

“Trata-se de uma diversão de párias, um passatempo para analfabetos, de pessoas miseráveis, aturdidas por seu trabalho e suas preocupações, um espetáculo que não requer nenhum esforço, que não pressupõe nenhuma implicação de idéias, não levanta nenhuma indagação, que não aborda seriamente qualquer problema, não ilumina paixão alguma, não desperta nenhuma luz no fundo dos corações, não excita qualquer esperança a não ser aquela, ridícula de, um dia ser star em Los Angeles.

Eu diria que trata da arte mais acessível. Assim como a fotografia, o cinema ou o filme são as obras de arte ou os meios artísticos mais acessíveis às massas. Essas possibilidades vieram para democratizar a arte de modo que não são todos que podem ir ver uma obra de arte no museu na Europa, uma pintura, por exemplo. E de tão acessível, torna-se o único modo de transcender a imaginação através do entretenimento. Benjamim diz em seu texto que a arte exige concentração e as massas procuram diversão, o cinema veio para unir de uma vez por todas esses pensamentos: Diversão e concentração.

Até aqui, nada de muito novo, a arte continua sendo reproduzida por meios certos e não, para difusão da cultura e enriquecimento de uma classe, sendo vista como aceitável e não. Mas o que nem Benjamin nem Chaplin esperavam era que com os adventos das tecnologias a arte seria acessível e suscetível de reprodução caseira pelo computador e pela internet. Cada humano possuidor de um computador ligado à internet pode fazer o Download de filmes e/ou imagens de obras artísticas e imprimir em sua impressora doméstica e assistir o filme sem gastar praticamente nada ou ao imprimir uma imagem colocar em uma moldura e pendurá-la na sua sala. E isso é, talvez, o ápice da reprodução e da reprodutibilidade da obra de arte, ao passo que como tantas tecnologias o homem está a passos largos de uma nova produção artística, sem deixar as antigas de lado, ou seja, a arte digital está ganhando espaço, tomando o cinema, que hoje, de tantos efeitos especiais acabam se tornando uma nova possibilidade artística, inteiramente produzida por máquinas, que trabalham dia e noite dando a nós, humanos do século XXI, idéias do que será a arte dos próximos séculos não se abstendo, porém, das já antigas formas de arte. No lugar de pintura teremos os hologramas e no lugar de esculturas os robôs, mas os filmes continuarão e todas essas obras serão reproduzidas e serão suscetíveis e passíveis de reprodutibilidade técnica. E então o final do discurso de Chaplin que diz: (...) Lutemos por um mundo de razão, um mundo em que a ciência e o progresso conduzam à ventura de todos nós(...). E isso fará todo o sentido pois quando a ciência unida ao progresso levar-nos à arte, então a plena democracia da arte estará para o povo.

Bibliografia:

Benjamin Walter, A obra de arte na era de sua reprodutibilidade Técnica.

www.mundoeducacao.com.b

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quarta-feira, junho 29, 2011

sexta-feira, junho 24, 2011

Auto com U e Alto com L

Então, o niver da Pri passou e eu pude sobreviver. E o termo “obra-prima” pegou, mas na mesma semana me veio um pensamento do ALTO que gostaria de compartilhar com vocês e só agora me sinto preparada pra escrever. Antes eu não poderia.

Não sei se você compreende, mas tem hora ki a gente se esquiva. Mas indo ao ponto, cantaram no louvor lá na igreja e Cintia repetiu, a pedido da Roberta, que tão brilhantemente pregou sobre o MARDOQUEU, A música “lugares altos” do ministério diante do trono. E aí... como digo...

Auto é uma palavra ki se usa qndo vc pode fazer algo por você mesmo... e ALTO é superior.

E eu tenho implicância com essa parada de “auto-ajuda” e tenho ki dizer ki sua ajuda precisa vir do ALTO.

Alto é um lugar que só os altos alcançam.

Como autocontrole? Quem tem que controlar sua vida é quem está no alto.

São tantos “auto-atendimentos”, “auto-serviços”, “auto-estima”, “autodidata”, “automotivos”.

O que está no Alto de entende e te ATENDE.

O que está no alto veio para servir, e serviu.

Ele te estima, te ensina.

O ALTO DEVE SER SEU MOTIVO.

Karol Flegler

segunda-feira, junho 20, 2011

Priscila – a obra prima:

Introdução:

“Então disse Deus: Façamos o Homem à nossa imagem, conforme à nossa semelhança. Criou Deus o homem à sua imagem, a imagem de D

eus o criou; homem e mulher os criou. (Genesis1. 26a e 27)

Titulo: Priscila – a obra prima:

Uma das muitas coisas que temos em comum é que gostamos de “As crônicas de Narnia”, e nessa história os reis e rainhas de Narnia tem nomes, ex: Lucia – a destemida. Em nárnia todos têm nomes assim. Hoje refletiremos sobre a preciosidade da vida, principalmente da PRI.

O TERMO OBRA PRIMA refere-se ao significado de ser única e especial. Assim como Monalisa é obra prima de Leonardo da Vinci, assim como Davi é obra prima de Michelangelo, Priscila é obra prima do CRIADOR.

Há muito que se discutir no que se refere a ser ou não ser arte hoje em dia, o próprio termo “arte” é coisa do homem que a partir do séc. 18 passa a usar para referir-se a pintura, escultura etc... Quando entrei na UFES, eu entrei em parafuso tbm, pq ninguém soube me explicar o que é arte e pra que ela serve. Mas não vamos discutir o que é, e para que serve. Vou te dar uma resposta: Arte é aquilo que o artista é e útil não só pra contemplação. E a partir disso Falaremos da importância da vida de cada um de nós como OBRAS PRIMAS DO CRIADOR.

I - Deus é a causa imediata de toda arte" – Scheling

Esse filósofo é também um teólogo que tem uma discussão a respeito da criação e produção da arte, mas o mais importante que ele Diz é que NÓS NÃO CRIAMOS, ou seja, nós não inventamos absolutamente nada, só Deus é o criador, e nós copiamos tudo.

II – Deus não nos fez à imagem e semelhança atoa.

Ele poderia ter-nos feitos como araras, cachorros, mas QUER alguém pra se relacionar com ele, alguém que se pareça com ele, e algum de nós tem a capacidade de entender as coisas de DEUS e refazê-las, mas não de criar.

Quando Michelangelo fez o Moisés para o tumulo do Papa, ele bateu no joelho da escultura e disse: levanta e anda! Mas a escultura não se moveu, só quebrou uma lasquinha do joelho, Pq embora nós tenhamos a capacidade de reproduzir coisas parecidas conosco, somente Deus pode dar vida.

Um artista raramente faz as coisas sem planejar, e quando faz, faz besteira. Deus planejou fazer o ser humano. Você é um projeto especial do criador;

Outro dia eu me stressei na aula de desenho e surtei: como pode Michelangelo com 23 anos pode esculpir a “Pietá” eu não consigo desenhar um vidro de perfume? O professor respondeu: - ele demorou anos pra fazer!

Como é o processo Criativo do criador?

Vou explicar o começo.

Todo artista que se preze quer que sua obra permaneça. Deus também queria assim! Por isso somos eternos, e quando morremos aqui ou vamos para o céu ou pro inferno, isso faz parte. Somos eternos. E para sermos duradouros, precisamos da base de preparação. Você pode não estar entendendo, mas vamos sugerir que dentro do mundo das artes a Priscila é uma tela, um quadro, e para pintar o quadro, precisamos preparar o suporte! A preparação desse suporte é feita para proteger a pintura, pq a tinta diretamente no tecido estraga e apodrece o linho, logo, essa base de preparação é feita de cola, óxido de carbono e gesso crê. Mas não vou me aprofundar nos termos químicos, é só pra dizer que temos que usar a base antes da pintura! E como DEUS FAZ ESSA BASE? A base é a bíblia! Lógico! A bíblia em nossa vida evita maiores apodrecimentos. Pri, pra você não apodrecer e continuar a jornada tem que estar embasada na bíblia! Ela vai nos conservar puros e santos. Pq a bíblia é a palavra de DEUS.

Josué: 1-8

Não deixe de falar das palavras do livro dessa lei e de meditar nela dia e noite, para que você cumpra fielmente tudo o que nele está escrito. Só então seus caminhos prosperarão e serão bem sucedidos.

A promessa de Deus para quem tem a bíblia como base é ser vitorioso E bem sucedido. Quem lê a bíblia é mais inteligente.

Na UFES, houve 2 episódios relacionado a isso: uma menina perguntou se a história de Davi era mitologia grega. E em um dia de análise de imagens, só crente sabia contar a história de Abraão, e pra surpresa de vcs, eles nunca tinham ouvido a história!

Ilustração: bolo de cenoura.

Pergunta: VOCÊ JÁ USA A BÍBLIA COMO BASE PRA SUA VIDA?

Toda arte por mais perfeita que ela seja, sofre danos. Elas são movimentadas, sofrem ação do vento e do ar úmido, por isso existem os “restauradores”, pessoas capacitadas e entendidas no assunto para cuidar da obra para que não se altere.

Toda obra é reparável. Todo mundo tem jeito! E por mais que temos sofrido a ação do pecado em nossas vidas, ainda assim, nós podemos ser restaurados! Ainda que tenhamos distorcido a imagem e criação de Deus, nós podemos ser “consertados”. Ninguém está isento disso. E nessas horas que há ação do restaurador.

Deuteronômio 30:2 e 3a:

e quando vocês e seus filhos voltarem para o Senhor , o seu Deus, e lhe obedecerem, de toda sua alma, de todo o seu coração de acordo com tudo que lhes ordeno “Então o SR. Deus lhe trará restauração”.

(...) intervir em uma obra de arte, é um ato de extrema responsabilidade e serão a sensibilidade e o

bom senso do restaurador que determinarão os "rumos das intervenções e a forma como o objeto de arte,

danificado ou deteriorado, será esteticamente apresentado" Argolo, 2005).

Na Grécia antiga o restaurador era visto como quem fazia magia, pois dava vida às obras.

Na idade média o restaurador era visto como artista pq corrigia as obras.

O RESTAURADOR da sua vida precisa ser DEUS, POIS é ele quem te dá vida, quem te corrige as imperfeições, o erros. Mas é preciso que você permita ser restaurado. O vers. Cita: “qndo vcs voltarem”, ou seja, a decisão de ser restaurado é nossa.

PRONTO: SERIA FÁCIL SE fosse só isso! Depois da obra pronta, o que acontece? Ela vai pra exposição, vai para os grandes museus ou coleções particulares! Mas e aí? Aí que o mercado de arte é complicado de entender. Pois como uma obra é mais preciosa que a outra? E como se dá esse mercado?

Toda obra de arte tem valor! Você tem um valor. O que vc é tem valor.

Em Genesis 38 conta história de Judá e Tamar. 15 a 18. O cara deu tudo que possuía de mais valor para um momento de prazer, deu como garantia de um momento passageiro.

Às vezes, sabemos que o que temos é precioso, sabemos o que somos, e nos vendemos por um preço muito abaixo do mercado. Vendemos nossas promessas, trocamos por um prato de lentilhas.

Imaginem-se em um leilão, estou leiloando Priscila! Quanto você daria? Ela tem dons, é uma filha obediente, serva, linda. E aí quanto você dá?! O diabo, inimigo de nossas almas, deu um lance, mas olhem só, quem é que quer comprar? Jesus! Ele deu a própria vida pra ter Priscila!

Deus entregou a vida do próprio filho pra ter a tua, mas ele permite que você escolha com quem quer ir. Você já tomou sua decisão?

Quando você tomar decisão ao lado de JESUS, sua vida terá objetivos, e não será meramente uma obra, servirá para anunciar os feitos do Senhor, exemplos de vida e estará na sala do trono de DEUS, de onde ele observa e contempla alegremente sua vida.

Concluindo:

Somos todos obras de arte do próprio Deus.

Somos únicos.

Precisamos da base de preparação que é a bíblia.

Precisamos do Restaurador, que é o próprio Deus que nos conhece por inteiro.

Fomos comprados por mais alto preço.

Nossa vida tem objetivo, de mostrar de onde viemos, para onde iremos e servir de contemplação divina, e edificar ao próximo.

segunda-feira, junho 06, 2011

Dia do inferno

Tah, dia do inferno tah chegando povo!! E pra quem não sabe, nomeei esse dia assim por conta de toda zuação que recebo durante esses 3 anos que estou só. Oh Lord. E aí fui ler o livro que todos sabem que escrevi... fui ler a última história que fará um ano dia 20 de Julho. Não sacou? Eu escrevi a minha última história no dia 20 de julho de 2010 e até hoje, dia 06 de junho de 2011, eu não tive nenhuma outra.

Não é ... que ... nenhuma outra. Nenhuma outra.

Aí eu não sei bem o que fazer, nem o que pensar. Estão armando pra mim pelas costas, fiquei sabendo hoje. Gente, não faça isso! Ki feio!

Quanto à história passada... Tô querendo publicar meu livro no blog, INTEIRO.

Quanto à história passada... vou jogar no vento.

E vou abrir meu coração pra vcs.

Viu?

Karol Flegler

sexta-feira, junho 03, 2011

1 milhão de lados no manifesto em Vitória

Sempre tenho que dar minha opinião pra tudo mesmo! Muitas pessoas pensaram que eu pudesse estar no manifesto ontem, mas como estaria se não tinha como chegar?

VI muitas reportagens sobre o assunto, e não consegui escolher um lado... se da população prejudicada ou dos estudantes. Do governo, jamais. É... pq não tem dois lados, tem vários, mais de um milhão.Ouvi de um estudante dizer que as cenas de repressão pareciam cenas na ditadura, mas cá entre nós, a ditadura foi muito mais intensa de se ver, e eu que não participei, vejo imagens, registros históricos de uma época que o poder imperava e a união de forças pra ditadura cair era intensa, todo país, todo o povo.

Já dizia Geraldo Vandré...

Ainda fazem da flor seu mais forte refrão
E acreditam nas flores vencendo o canhão

Talvez seja nisso que os estudantes do Espírito Santo acreditem, nas flores.

Talvez seja nisso que o governo acredite, nos canhões.

Que a beleza de querer mudar o mundo não seja sufocada pelas bombas de efeito moral, pq a moral é akilo que se acha justo, está abaixo da ética. A ética sobre todas as coisas. Sobre as balas de borracha.

Então vai uma idéia pros estudantes, talvez poética, talvez artística...

Levem flores.

Pela morte do da constituição, pela morte da democracia.

Eu não falo somente do protesto em vitória, falo de todos esses que querem matar os direitos... Os direitos criados através de manifestos anteriores que fizeram chegar onde chegamos hoje, um país livre que não usufrui da liberdade.

Mas lembrem-se estudantes, existem mais de um milhão de lados, e o lado que se deve combater é o crime, a desorganização, a máfia.

Karol Flegler

terça-feira, maio 31, 2011

Análise sobre Realismo e Impressionismo


A história da arte está cheia de “revoluções”, cada mudança na pincelada ou pensamento em meio a uma situação social para expressão na pintura traz um dito “estilo novo” que repete padrões de estilos anteriores fazendo as obras por si mesmas não se encaixarem em um padrão. As obras descritas a seguir demonstram apenas uma passagem de maneiras diferentes e iguais de transpor uma relação: A arte e a sociedade do fim do séc. XIX.

Os quadros de Coubert – o retrato de Chenavard -1869 e Moças da Aldeia – 1851, segundo a história da Arte, faz parte do Realismo Francês, nesse período o artista é o revolucionário. Coubert trata desse assunto em seus quadros, em retrato de Chenavard ele pinta seu amigo, que também é pintor intelectual e filósofo, a barba comprida e o olhar compenetrado demonstram um personagem centrado em seus ideais, um homem sério. Nesse momento é retratado a realidade da vida do artista, o ser preocupado com a situação social do mo

mento. No quadro “Moças da Aldeia”, ele pinta suas irmãs dando esmolas a uma menina, também denunciando uma situação social, nesse momento os artistas pintavam pessoas do povo, que são os verdadeiros heróis, isso se difere da pintura clássica renascentista e períodos anteriores quando se pintam os deuses e/ou pessoas importantes.

Millet pinta em seus quadros “o peneirador – 1848” mais uma situação, assim como em “Colheita do trigo mourisco: Verão - 1868–74”, mas não de denúncia propriamente, mas pintando, assim como Coubert, cenas reais cotidianas de pessoas de verdade.

Nas pinturas de COROT, Jean-Baptiste Camille: A trança leitora com flores – 1845 e estúdio Corot – 1873, mostra uma outra situação do mesmo estilo chamado Realismo, duas mulheres, uma que está imersa na leitura e outra perdida em devaneios em frente sua própria pintura, ou seja, existe um querer sentimental e/ou emocional em suas telas, ao passo que mistura sentimento, alegoria e contemplação. Não há protesto da parte do artista nessas telas .

Os artistas desse estilo dão uma melhor definição de pincelada, traço e linha, queren

do trazer o mundo real para o quadro. Os personagens estão, em sua maioria, centralizados envoltos a paisagens, ora o verde belo da natureza ou os marrons terrosos dos trabalhos

da lavoura. Importante ressaltar que a paisagem nesse estilo é bem definida e os personagens são pessoas comuns.

Quando olhamos os quadros do Impressionismo,

como “Mulher com sombrinha- 1875” e “Mulher no Jardim de 1867”, ambas de Monet, vemos algumas diferenças, acomeçar na pincelada. A técnica pictórica utilizada é diferente do realismo, não há definição da mesma maneira, a pincelada é solta, existem efeitos de ilusão de ótica, mas não a busca profunda pela realidade da forma. Em mulher com sombrinha há uma moça bem vestida com sombrinha e um menino no fundo, os personagens quase se misturam ao céu, a paisagem não é definida, mas há ilusão de céu com nuvens, e grama alta, a mulher reproduz uma sombra. Em “Mulher no Jardim”, embora não tão emaranhado como a anterior tem melhor definição de imagens, pelas cores e formas. Duas telas do mesmo pintor que rompeu com a tradição do estilo realista fundando o impressionismo.

Edgar Degas também é um pintor do estilo impressionista, muitas de suas telas são de cenas do Ballet, como é o caso de “A primeira bailarina-1878, e Ballet Rehearsal (1875),

como as de Monet, não são bem definidas, existe a ilusão, e há diferente das telas de Monet partes da pintura em que não há definição alguma, de forma nenhuma, há apenas traçados de tinta, nas duas figuras, na parte superior direita do quadro.

Pierre-Auguste Renoir, é um impressionista mais contido, em “Menina jovem como ela arruma seus cabelos – 1894 e Lise com sombrinha – 1867” as pinceladas são mais contidas, definindo melhor a forma em comparação com as obras de Monet citadas. Ele explora os contrastes e a claridade das cores e efeito da luz do Sol nas imagens.

E resumo os estilos são diferentes em técnicas pictóricas, como traçado, definição, cor e luz, bem como são diferentes na intenção de se fazer, enquanto o realismo faz protesto o impressionismo faz o que sempre foi feito, pintar gente ‘importante’ e atoa.

Karol FLegler

sábado, maio 28, 2011

Ih vey, minha identidade tah vencida!


Aí tah, eu não tenho digital e minha identidade tem que ser renovada de 2 em 2 anos, mas a última vez que renovei foi em 2007 e era pra renovar novamente em 2009, mas digamos que tudo foi muito corrido de lá pra cá e minha identidade continua vencida. Sempre penso: semana ki vem vou acordar cedo e vou renovar! Eu só penso... isso já faz 4 anos.

E FALANDO em identidade vencida, ouvi umas coisas e pensei outras que me impulsionaram a escrever este post. É claro, porém, que não é uma crise de “identidade” que to vivendo, mas remete a ela as coisas que vou dizer. Então eu preciso lembrar-me de quem eu fui, sou e quero ser.

Eu era quem? Pois bem, sob um aspecto somente discursarei: GÍRIA.

HÁ MUITOS anos quando não havia nem céu nem sol, eu era kem revolucionou o sentido de “suportar”, mesmo com todo meu palavreado desenfreado, pregando descalça e de calça e dizendo em alto e bom som que Deus é o cara, eu era a adolescente que “PAH” nas paradas, liderava muitos ministérios e fazia a parada bombar. E nesse momento você pode estar achando que eu estou ME achando, mas não ache.

O tempo passou um pouco e depois de muita cobrança, principalmente de minha mother, tive que mudar uns hábitos. E agora pouco eu me lembrei qual foi a última pregação em que eu me encontrava descalça, e fiquei pensando qual será a próxima. Foi no intercâmbio com Pinheiros, no dia que eu preguei sobre “meu pecado”. DOIDASSA. EU já tinha 19 anos. Estava de meias no púpto. Não que eu não tenha pregado depois disso, mas as pessoas começaram a me cobrar seriedade. “Pow vc já tem quase 20 anos, qndo vai deixar de ser adolescente?”

A respeito das gírias, devo dizer, pouca coisa mudou, a não ser quando eu falo em culto. Nos locais de trabalho nunca me mascarei de boa moça, na escola quase reprovei numa matéria pq qndo fui apresentar o trabalho eu falei muita gíria... E eu nem acho q eu fale tanta gíria, mas é muito mais meu jeito largado de ser ki faz pensar ki eu pouco me importo com o que os outros estão pensando...

Não penso que isso seja um problema. Esses dias uma das minhas líderes disse: Karol, eu preciso que você seja quem você é. Eu pensei nisso... se eu realmente to sendo quem eu sou ou quem as pessoas querem que eu seja :”A adulta responsável que fala grego” e que influencia crianças, adolescentes e até adultos.

Eu sei que eu já falei d+. Mas o blog é meu e eu falo o que eu quiser. Kkk

Aí eu fico pensando que Deus pode me usar nesses muitos sentidos da minha vida... pq eu tenho cara de quem usa droga... e não uso, falo gíria e nem por isso sou menos inteligente ou menos educada em chamar todo mundo de VEY.

E talvez isso seja pra todo mundo aprender que Deus não olha pra o que está diante dos olhos, mas ele olha o coração.

A minha identidade tah vencida... mas a minha identidade tah renovada.

Karol flegler

quarta-feira, maio 25, 2011

Eu e minha banda de ROCK

Então...contando histórias da minha louca vida louca.

Aí ki quando eu estudava no Sesi, no ensino fundamental, tínhamos uma banda de rock. Isso era perfeitamente normal já que eu cantava na IGREJA. E como assim eu cantava na igreja e tinha uma banda na escola? Ah, pra mim era normal! Era só a banda ki fazia trabalho na escola! E a gente cantava música de protesto. Lembro a letra até hoje! Vou mandar uma “palhinha”

“Ouço os gritos no corredor, as pessoas chorando pra acalmar a dor, mesmo olhando de perto não consigo entender. Se o céu está cinza é por falta de amor, o vazio existe, não tem rosto nem cor, mesmo olhando de frente não consigo entender.”

E aí, íamos pra estúdio ensaiar, íamos cantar num dia lá na escola, e eu ... bom, eu não era normal, neh?! Eu fazia minhas próprias roupas, e acredite, eu era bem menos criativa ki hoje. Uma vez eu cheguei na 8° A de saia rasgada e com uma rosa pintada... minha prof. quase teve um filho. Eu promovi desfiles e programas de páscoa! Resumidamente contado minha história... no dia do “show”, tínhamos que ir todos de preto. Logo dei meus pulos. LOGO fiz um sobretudo de TNT. Pra vc que não sabe oq é TNT é só ir em papelaria e perguntar, é R$ 1,10 o metro (rido horrores). E PRONTO, fui e fiz meu show, e eu e meu irmão estávamos indo embora... eu com meu sobretudo, minha bandana e all star. Meu irmão ia do outro lado da rua pq tinha vergonha de mim. (kkkk – vou passar mal)

Ok, quando enfim terminou a 8° série eu fui pra uma escola publica onde eu só dormia e um dia meu tel toca... era uma guria da 8° chamando pra ensaiar no estúdio pq tínhamos ki tocar...

FOI AÍ. Aí que eu me tokei que tinha que escolher. Ou eu continuava na boa, na igreja ou eu saia pra minha vidinha artística de cantora de banda de ROCK de colégio.

E contando isso acabo de me lembrar que aos 10 anos eu dançava num grupo do bairro. Dancei por uns meses até meu pai dizer: SAI, isso não vai te levar a lugar nenhum!

A única coisa que isso me trouxe FOI ZUAÇÃO ...PQ anos mais tarde o professor de educação física que era o “dono” do grupo foi preso por pedofilia.

E O QUE EU QRO DIZER COM TUDO ISSO?

Um dia vc vai ter que escolher.

se, porém, não lhes agrada servir ao Senhor, escolham hoje a quem irão servir, se aos deuses que os seus antepassados serviram além do Eufrates, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra vocês estão vivendo. Mas, eu e a minha família serviremos ao [escolhemos o] Senhor”. Josué 24:15