terça-feira, janeiro 18, 2011

POR BRUNO SOUSA

Palavra sorrida, abrigo, esconderijo, fingindo estar mentindo...
com pronuncias sorridas, corridas, trocas para desfocados assuntos distorcidos...
romantismos sorridos, pra fingir que estou fingindo não admitindo ser apenas amigo...
poesia sorridente disfarçando ser da mente palavras que vêem do peito da gente...
cantada reticência, pra decidir sorrir ou não...
sorriso demente, persistente que não larga a parte seria da agente...
dentes destemido sempre visível, covardes insistente em esconder a verdade...
Sorriso fajuto de falso palhaço que sou.

Bruno Sousa.

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