quinta-feira, outubro 10, 2013

E na semana da criança...


Em tempos de fotos “remember” no facebook, gente de toda tribo tem colocado suas fotos de quando pequenos, seres sem preocupações, ou até brinquedos, faz-me ter boas lembranças de um tempo que certamente não volta. E é bom que não volta, porque assim a gente pode ter tudo guardado num frasco colorido de boas recordações, sem saber de fato o que se passava ao certo.

Penso que nossas lembranças não são de dias como dias das crianças, são de dias importantes até porque não era todo dia que se tinha grana pra ter filme e revelar a foto. A foto, esse registro leva a gente pra outra dimensão. Pro passado remoto, deixa a gente mergulhar por um instante, e quando os olhos se enchem de água é hora de “desafixar” os olhos antes que se afogue. A gente, olha, parece que já pode ouvir a voz da mãe gritando, do pai falando “olha pra cá”. Nossas lembranças são de dias em que muita coisa não importava. Não importava se ia sair feio ou bonito, ia sair sem mesmo saber pra que. A gente nem sabia porque tirava foto.

Nossa infância foi de tirar o fôlego. Tudo era tão maior que hoje. Foi tudo tão rápido. Olho-me nas fotos e pergunto: - o que aquela criatura pensava?

Em poder dar uma volta no quarteirão de bicicleta. Medalhas de papel eram as mais valiosas.Colorir..
.
Essas benditas lembranças nos perturbam. Talvez seja esse o propósito. PERTURBAR e não nos deixar esquecer, pra não distanciar o modo de pensar. Agora o quarteirão é o mundo, medalhas valiosas são agradecimentos sinceros e COLORIR continua sendo VIVER.

Karol Flegler

segunda-feira, setembro 30, 2013

Entrevista com Coqueiro


Bom, estamos aqui com a celebridade do momento, Sr. Coqueiro, ele que é capa em vários cadernos, foi visto e fotografado em vários pores do sol, frequentou as melhores festas do litoral. Vamos às perguntas!!!

Então Sr. Coqueiro, como o senhor tem se sentido com toda essa publicidade, paparazzis? Como é ser uma estrela entre tantos coqueiros?
Sou um coqueiro normal, gosto das coisas que os outros coqueiros gostam a diferença é que a fama requer alguns cuidados, por exemplo com a aparência, preciso ser um coqueiro bem cuidado. Em geral tenho me sentido bem e to muito feliz como coqueiro.

Tantos outros coqueiros iguais ao Senhor, por que acha que você foi escolhido pra ter sucesso?
Aconteceu por acaso, alguém estava passando um fim de tarde na praia, viu o por do sol, por acidente eu estava na frente e ele fez uma foto, publicou na internet e com vários compartilhamentos e curtidas e comentários, de repente eu era o coqueiro mais famoso do Brasil.

Quais são seus sonhos? Objetivos, agora que é famoso?
Bem, me manter fixo na areia, já que é ela que me prende e me mantém de pé. Sei lá, talvez, a Natural Geografic  vir fazer algumas fotos, me juntar ao Green peace em alguma causa especial em defesa dos coqueiros.

E sua produção, Como vai ?
Com essa correria de ser famoso, a produção está meio em baixa, já que não tenho tudo muito tempo, o sucesso, na verdade nos rouba tempo.

Então o Sr. Não produziu nenhum coco essa estação? Nada de água, ou ingredientes para uma cocada?
A senhora vai me deixar em maus lençóis (risos), mas não, nessa estação, não produzi muito.

Encerramos a entrevista com o Sr. Coqueiro. Foi muito bom estar com o senhor, desejamos sucesso!



Karol Flegler.

terça-feira, setembro 17, 2013

Reapresentação de “Na cidade dos Tulipallus – O Musical” movimenta a IBCNB.


O musical “Na cidade dos Tulipallus” terá sua reapresentação em 29 de Setembro de 2013. O enredo conta a história de uma menina que ao desobedecer aos pais vive uma desastrosa aventura.

A primeira apresentação do musical foi em Julho de 2012 com a participação de cerca de 60 pessoas em cena dançando, cantando e atuando e mais de 40 pessoas trabalhando nos bastidores. Com muita dedicação e criatividade, todos tiveram um objetivo: Glorificar a Deus e edificar vidas!

Este ano a organização promete! O público irá se surpreender, pois há vários elementos novos. Serão duas apresentações no dia 29, sendo uma às 18h30min e outra às 20h, chame amigos e familiares para curtir esse grande espetáculo, a entrada é franca.

quinta-feira, junho 13, 2013

“Essa sim é vc”.

Sou absorvida
Absolvida, entretanto, entre tantos estereótipos.
Quando o que você é passa a ser o que esperam e você espera ser aceita quando você passa.
Não são só trocadilhos inventados por uma tenção cerebral, mas profundas reflexões, tão profundas que no escuro não refletem mais.

E aí booomm!!!

Hj recebi um comentário qe dizia assim “essa sim é você”, daí eu fiquei pensando em quais das fotos do meu perfil sou eu mesmo, por que quando uma foto estéticamente bonita é atualizada muitos curtem e comentam e faz bem pro ego da gente, e quando uma foto relacinalmente exprime o que você realmente é quando acorda não faz tanto sucesso? Porque a estética do belo me persegue? Porque esse desdobramento todo de ser mais de 1, se ser 1 só dá menos trabalho? Eu posso ser a garota bem produzida e não ser eu, enquanto isso não sou o que quero ser quando acordo. 
Não é uma crise de identidade. 
Até poderia ser, só que não! 

“Essa sim é vc”.

 Ou eu mudei, ou alguém me conhece bem, ou não me conhece mais.

Desdobramento da personalidade é o ponto de interrogação tem:
Pode ser uma pergunta, também uma dúvida, um sinal de “não entendi”. Um questionamento, ou até uma ironia. 
Como uma única coisa pode ser tantas outras? Como um ser pode ser tantos outros?

E pensar que somos muita coisa, inclusive NADA.
Karol Flegler.


sexta-feira, maio 31, 2013

Machismo


Eu já não tenho muita paciência. E aí algumas pessoas provocam.

Eu gosto das reuniões da comissão de Retiro porque posso falar e desabafar com amigos machistas sobre o machismo deles e eles nem me batem. Posso falar sobre o machismo alheio sem me preocupar muito, porque eles me conhecem.

“Históricamente” falando o homem é o centro das atenções, já que as sociedades mais antigas eram patriarcais. Já que o homem caçador era o mais importante até porque ele comia crus os animais que caçava, plantava e colhia as sementes e também comia tudo cru (ironia).

Instintivamente a mulher dependia do homem.  Lógico. Além da caça, os homens tinham uma outra função: sacerdócio. Parece-me que em todas as religiões, mas nas pagãs, já diriam os Judeus, as mulheres também poderiam ser vistas como “sagrado”. Às vezes como oráculos, como deusas, mas isso só nas pagãs, que também não tirava da mulher a obrigatoriedade de servir aos homens.

E aí, digamos que as sociedades “evoluíram”, mas ainda ouço palestras em que a mulher deve estar em casa perfumada, linda e maravilinda esperando o sr. Chegar em casa para devidos fins instintivos e de procriação. Como se a união de homens e mulheres fosse somente isso, para este fim.

Seguindo a evolução, nas mais difíceis localizações geográficas do mundo, homens ainda não lavam os copos que bebem água porque isso é uma obrigação da mulher. E ainda nas mais altas cadeias de poder de grandes empresas os homens podem desempenhar mesma função que as mulheres e ainda assim ter o salário mais elevado. Bom, isso não acontece nos cargos públicos, à saber a “presidenta” da república que já foi “estudanta”,  recebe o mesmo que o ex presidente, mas acrescentamos o salão de beleza.

BELEZA, e nessa ditadura (ditadura=3 poderes sob domínio de uma instituição) que vivemos, de ser bela, bem sucedida e bem casada nos encontramos sob domínio de quem? Quem inventou isso, pelo amor de Deus? Não foi Deus, eu tenho certeza, ele está mais preocupado com outra coisa.

Mulher é um bicho estranhamente competitivo, seriam elas as inventoras da ditadura triangular?

Ou seriam os homens?
Não, neh? Eles estariam muito ocupados assistindo ao futebol, trocando pneu do carro.

Não sou feminista, heim?! Jamais queimaria um sutiã. Também não estou dizendo pra vocês mulheres não serem submissas aos vossos maridos. Mas é aos vossos maridos. Aqueles que em comum acordo, sob orientação divina, escolheu você para caminharem juntos com o fim de representarem a relação de Jesus e a Igreja.

E sobre o dia dos namorados, e essa pompa toda de várias mulheres solteiras estarem desesperadas etc. Ainda é melhor ser aquela que representa a Igreja (noiva) esperando o noivo do  que ser aquela que casou errado e olha pela janela vendo a estupidez que fez.


Karol Flegler

quinta-feira, maio 23, 2013

Anjo de neve


Não muito depois, conheci uma pessoa, mas não gostei a princípio. Na verdade, não conheci pra não gostar mesmo, e ao ver todos em torno dele, quase que o confundi com o próprio sol. As pessoas orbitavam o “anjo” visitante que apareceu por essas bandas em fevereiro de 2012. O retiro passou, foi ótimo, um dos melhores que conseguimos organizar... já tínhamos 5 anos de comissão organizando retiros. No fim, quando já não havia mais o que fazer, sentei-me estive a conversar com alguém que não conhecia sobre as coisas mais profundas que eu escondia. Foi essa pessoa com nome estranho, de fala cativante e super ego que dá título a esse capítulo. Um estranho, em muitos sentidos me fez lembrar das coisas mais importantes que deixei passar e viriam à tona nos próximos dias. Missões, meu chamado, meu futuro. Estranhamente foi dando entrada, sem pedir licença, sem avisar... Do mais, eu disse que as invenções e as tecnologias um dia me fariam bem, de certo modo, pra manter contato com o estranho precisei delas, e nesse momento, desconfio que elas me deixaram na mão. Mas enfim, o que posso dizer hoje 03 de Março de 2012, é que conheci uma pessoa especial, mas que de certo modo é incerto dizer algo agora, não sei se tem sentimento, mas tem borboletas no estômago.
Tenho que contar que ele me mandou essa música:

Desconhecida
Até eu ouvir sua risada
Maluquice
Porque você é tudo que eu estou procurando
É um prazer
Foi bom ter te conhecido
E eu vou lembrar de nunca te esquecer

Porque quando eu estou animado
Eu não escondo isso, só para você saiber
Eu estou te sentindo
Do fundo à superfície
Como eu poderia não parar para dizer um "Olá"?

Então, Olá
Como você está? Maravilhosa
É bom finalmente te conhecer
Eu estive esperando pacientemente
Estava esperando só para te ver
Para dizer que eu sonhei com você
Agora te achei, então pare a procura
Porque eu encontrei minha desconhecida

Desconhecida
Até que eles te chamam pelo seu nome
É maravilhoso
É apenas algo simples
Vejo você andando
Mas não vá muito longe
Posso estar nervoso
Quero estar onde você estiver

Porque eu encontrei minha desconhecida
Eu encontrei minha desconhecida

E aí encontrei uma música que falava dele e posteriormente faria muito sentido: “Anjo de Neve”. Os dias foram passando e boas notícias vinham, de saudade, de como foi bom me conhecer, etc... até o momento que ele me perguntou se eu estava disposta a deixar rolar. Eu prontamente e envolvida disse sim. Seguidos torpedos de “bom dia” “boa noite” e sonhe comigo, “sonhe com o anjo” se deram ao longo de 4 meses. No dia do meu aniversario eu recebi uma ligação, mas não vi o cel tocando, no outro dia então ouvi a voz tão esperada. Ouvir sua voz era ter o coração disparado e cada vez se criava em mim a vontade de ter um aparelho de teletransporte. Ligações à longa distancia, eu quis ter o abraço dele naquele dia. E meses foram se passando, contávamos sobre o dia, compartilhávamos interesses, até que de repente um torpedo informando que haveria uma ausência. Uma ausência? Um tempo. Estávamos há estados de distancia, física e uma distancia enorme de experiência vivida.

Ele Curitiba e eu em Cariacica. Ficamos semanas sem contato. Era uma época que eu viajava muito por conta da Universidade e agora, fazia também viagens missionárias pra lugares distantes. Sentia falta. Mas ele não dava sinal de vida.

Então, viagem marcada pro Nordeste. Dei por encerrado o assunto, mandei uma mensagem via facebook agradecendo pelas conversas que me levaram onde eu estava. Contato feito, retorno de torpedos.  Nos 10 dias que passei por lá, enviava meu diário por torpedo. Muitas coisas aconteceram na viagem, inclusive a descoberta que talvez eu seria tia de verdade, a notícia de falecimento de um amigo querido que estava com câncer e que eu havia visitado dias antes da viagem. Era tudo muito louco. Foi tudo muito intenso, muitas ideias e uma certeza: Era aquela vida que eu queria.
De volta, ainda no aeroporto do Rio, mais um torpedo que dizia:”parece q tem um mês que você está viajando”. Minha vontade foi pegar um voo pra Curitiba. O contato agora estava reestabelecido.

Voltamos aos torpedos. Dia a dia, ia pensando, imaginando o dia em que o veria outra vez e seria como um sonho. Como um pote de nuttela.

Passando-se os meses, eis que houve uma promessa de visita, de encontro. Semanas antes, contávamos os dias, horas. Na noite anterior à chegada não dormi. Dia 18 de Dezembro de 2013 vinha voando o anjo por quem orava durante quase 9 meses, orava por sua vida, sua proteção, etc. Naquela manhã, fazia sol, e eu com uma alergia sem fim. Fomos ao aeroporto, eu, Priscila, Dani e Jorge. Talvez não citados aqui, mas de extrema importância na história da minha louka vida louka. O dia era quente, meu coração disparava, nem mesmo anos de concentração de desdobramento da personalidade conseguiram disfarçar minha ansiedade. Finalmente, o encontrei. Esperando no desembarque, um abraço. Depois de muitos cumprimentos ele segurou minha mão. Tão simples. Voltávamos pra casa, de mãos dadas. Aquele dia estava mesmo muito quente. Todos esperavam por ele, iam visitá-lo, entre risos e conversas, um beijo no rosto.  No outro dia, depois de um dia de trabalho e aula, fomos à sorveteria, conversamos e ele mais falou. Eu vidrava no sorriso e ficava imaginando como seria o restante daquela história toda. Ao me trazer em casa, já tarde, ele fez a pergunta, ajoelhou na rua, e depois da resposta positiva um beijo. Eu era a garota mais feliz da galáxia.

No outro dia, ele veio conversar com mamãe. Nada muito intenso, minha mãe tinha outras preocupações. Fomos jantar na casa de amigos, Rafa e Perseu. Quase entrevistas. Quinta, culto e o anúncio de que o que era esperado por todos há quase 4 anos era real, eu estava namorando. Saímos com os amigos e muitas fotos. No outro dia a despedida. Quando nos veríamos outra vez? Ele ia pra casa dos pais, passar as festividades de fim de ano e férias de janeiro. Falamos-nos pela internet, por telefone. Eu pensava que ia começar a escrever um livro novo, e que esse seria só um passado. Eu estava bem envolvida, talvez tenha dito as coisas mais bonitas que poderia ter dito pra alguém. O sorriso dele era a coisa mais bonita que havia visto, desenhava por toda parte. Nas artes plásticas não se faz muitos sorrisos, por conta da dificuldade em fazê-lo. Concentrou-se toda beleza de anos de história da arte em um só.

Boas notícias, eu o veria antes do esperado, ele viria à Vitória para uma campanha do KC. Fui encontrá-lo na ferroviária, meu coração disparava. O veria dias seguintes e outros não. Completamos um mês de namoro e trocamos chocolates. No dia de sua volta, pouco tempo nos restou e não com tantos entusiasmos. Mais uma despedida. E não mais nos veríamos. De Vitória para Minas, de lá pra Curitiba. Passou o carnaval e ...
O QUE HOUVE?

Houve um distanciamento, Curitiba era mesmo muito longe. O coração dele também e nada que eu fizesse ou falasse alcançaria. Não havia saudade de verdade. Aos 3 meses, depois de umas D.R’s principalmente de minha parte, e digamos que essa seja a parte mais complicada. Ele não queria minha visita, nem meu sentimentalismo. E eu não queria sua estranheza. Foi então que depois de duas longas conversas via skype, ele terminou nosso romance. Não seria suficiente pra ele e nem ele pra mim. E desde então, nunca mais houve torpedos, nem mensagens nem coração disparando. E dois meses depois nada havia mudado desde então, daí resolvi escrever.

 Karol Flegler

domingo, maio 05, 2013

E no mês da família...


Suspeita. Não devia falar, mas não é só eu que penso assim. Aliás, é o que muitos querem dizer.
É que, bom... Não fomos criados, digo, educados com muitos sentimentos. Uma chefe, uma vez me disse que eu não entendia nada sobre HIERARQUIA. Talvez sem muitas autoridades sobre nós, crescemos e nos formamos seres complexos e muitas vezes difíceis de lidar. No meu caso é autoridade masculina que é problema. Enfim - Autoridades.

Talvez minha geração tenha problemas demais. Não sei por que, mas parece que a maioria das  pessoas que tem quase a mesma idade que eu, mora em um contexto parecido, tem problemas. Disse uma vez para alguns deles que somos “milagres” alcançados pela graça e misericórdia de Deus, se não fosse isso, não consigo imaginar algo positivo em nós. Isso nos inclui em uma infância problemática no seio da família. E até acho que se vivemos isso é para ajudarmos a outros que não tem tanta disponibilidade para sanidade mental.

Do que estou falando?
Se dependêssemos de nossa relação familiar para sermos bem sucedidos ou pessoas sadias mentalmente, dificilmente seríamos. Quantos de nós não vivenciamos violência doméstica? Crises de alcoolismo, armas, separações, amantes, filhos fora de casamentos, vagabundagens de membros das famílias, rejeição, abandono? Quantos não viram tudo se perder diante dos próprios olhos e mesmo assim continuaram firmes?
Como disse, educados sem sentimentos. Nós nos esforçamos, mais ainda quando estamos na convivência eclesiástica. Por que aprendemos sobre o amor, o perdão etc... mas não estamos imunes aos pensamentos e sensações de não sentir apego familiar. Quem disse que é fácil? E que gostamos de ouvir sobre famílias? Mas é preciso, eu sei. E como me disseram, quem sabe ouvindo sobre o assunto as coisas não mudam? 

Hoje recebi a notícia de que meu avô está muito mal. Doeu, não Por ele, mas porque não sei mais quem ele é. Aquelas vivências de infância são de outra garota, não minhas. Eu sei que não sou a única a me sentir assim. Ouço várias pessoas falando de como se sentem a respeito de suas famílias.
Enfim, que Deus nos ajude.

Karol Flegler

quarta-feira, abril 10, 2013

Dependência Emocional -


Técnicamente estudando dependência química/ física e Psicológica.  Existem algumas considerações a fazer a respeito. A dependência vem de um uso continuo de algo, ex: cocaína. O indivíduo começa a fazer uso da substância que altera seu comportamento. Em geral temos duas classificações: as que alteram o SNC – SISTEMA NERVOSO CETRAL, dando sensação de excitação ou deprimindo o SNC, desacelerando.

A questão é que a droga, dependendo de qual estivermos falando, gera uma “DEPENDÊNCIA”. Algumas química, pois está no corpo do indivíduo alterado o seu físico, outras, o psicológico, afetando o SNC ETC. E a Dependência Emocional?

Ao longo da minha vasta experiência de vida, pude conhecer pessoas assim, com as quais dificilmente eu tenho paciência pra lidar, embora esteja hoje trabalhando com dependentes químicos. As pessoas "DEPENDENTES EMOCIONALMENTE" são aquelas que não sobrevivem socialmente sem ter a “droga do sentimento” ou a "droga de um relacionamento" - Pessoa que não tem recursos próprios e vive a expensas de outra. COMO?

Tal como os dependentes químicos, os Dependentes Emocionais dependem de aceitação, aprovação  de outrem. Como uma droga, a pessoa D.E só para quando encontra a droga. Quando não encontrada, como um fumante em abstinência que cata da rua guimbas de cigarro, o D.E procura na rua alguém que supra sua carência.

O problema é quando começam a roubar.

A cura é abstinência, tal qual os D.Q. Arte Terapia pode ajudar.
Abstinência da pessoa que disponibiliza a droga.
O tratamento pode ser longo, depende do nível de envolvimento com a droga.

A questão é que quando não há droga nenhuma de sentimento não existe possibilidade da DEPENDÊNCIA EMOCIONAL.

Karol flegler

  

sexta-feira, março 22, 2013

Meu mundo


Quando eu era criança achava que debaixo do chão da minha casa havia uma passagem secreta pra algum lugar, jamais me contentei em saber que minha casa não tinha nada de surpreendente e misterioso. Também pensava que se conseguisse cavar um grande buraco no chão, chegaria a um lugar, uma saída desse planeta. Quando a gente é criança pensa em cada coisa! Daí vieram as chiquititas, quem em certa fase, havia uma casa com uma parede falsa que dava pra um quarto. Saí batendo em todas as paredes. Surpreendentemente, caça talentos também tinha um portal que era um espelho. Mais tarde, descobri os refúgios secretos da guerra, depois Senhor dos Anéis, Nárnia, País das maravilhas, OZ e hoje eu assisti Hobbit.
O fato é que jamais estaremos satisfeitos com o mundo real (se é que isso é real). Fantasiar e subjetivar a vida é o que nos resta de mágico. Somos incentivados a acreditar em um mundo mágico inexistente. Tais mundos se relacionam com o real de modo tão intenso que quase não dá pra separar, mas no mundo mágico, apesar de lutas, guerras e aventuras, no fim, tudo dá certo. Diferente do mundo real, que, apesar de lutas, guerras e aventuras, no fim, nem sempre ganhamos.

Ter um outro lugar pra viver, ser escolhido pra viver uma aventura e sair como vencedor é coisa de contos de fadas que nada sabem contar. Cheios de mitos e histórias, somos seres imaginativos e principalmente nos baseamos no imaginário. A imaginação pode destruir muitas coisas, a começar pela realidade. Pobre de quem vive no mundo da imaginação. Também pode ser um mundo.

Depois eu continuo... a terra da imaginação me chama.

Karol Flegler

quinta-feira, março 21, 2013

DOI CODI - JÁ FOI, FIH


Okok – eu falo de mais. Defeito.
É PQ FALAR é também, segundo um sociólogo aí uma forma de pensar, já que a medida que você fala gera um pensamento. Em partes, é verdade.
Não sei bem, só sei que foi assim. No Brasil, de 1964 a 1985, tivemos a nossa querida e mais grave ditadura militar depois de Getúlio (que Deus o tenha). Nem preciso dizer dos movimentos de revoltas e tropicálias e afins, caetanos, Gil’s e outros mais que se posicionaram contra ditadura Militar, sobretudo a liberdade de expressão. Adoro assuntos políticos quando não sou obrigada a aprendê-los.  Do mais, Vi e revi “Queridos Amigos”, uma minissérie global, que Jaci comprou e eu assisti chorando em todos os capítulos. Um grupo de amigos que mesmo depois da ditadura lutavam pela sobrevivência, agora em um país ‘livre’. Muito legal, recomento, fala muito do Destacamento de Operações de Informações - Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-CODI). Muito ótimo!

“O QUE QUE HÁ? Somos ou não somos um país livre? Podemos nos expressar e pronto, temos isso na constituição, POMBAS!“
Livres, acima de qualquer constituição, livres através do sangue de Jesus. Livres, do pecado, da condenação. Livres! Sem Doi CODI.

A BIBRA DIZ E TUMÉM FALA :

Todos tropeçamos de muitas maneiras. Se alguém não tropeça no falar, tal homem é perfeito, sendo também capaz de dominar todo o seu corpo.
Quando colocamos freios na boca dos cavalos para que eles nos obedeçam, podemos controlar o animal todo.

Tomem também como exemplo os navios; embora sejam tão grandes e impelidos por fortes ventos, são dirigidos por um leme muito pequeno, conforme a vontade do piloto.
Semelhantemente, a língua é um pequeno órgão do corpo, mas se vangloria de grandes coisas. Vejam como um grande bosque é incendiado por uma simples fagulha.
Assim também, a língua é um fogo; é um mundo de iniqüidade. Colocada entre os membros do nosso corpo, contamina a pessoa por inteiro, incendeia todo o curso de sua vida, sendo ela mesma incendiada pelo inferno.
Toda espécie de animais, aves, répteis e criaturas do mar doma-se e é domada pela espécie humana;
a língua, porém, ninguém consegue domar. É um mal incontrolável, cheio de veneno mortífero.
Com a língua bendizemos ao Senhor e Pai, e com ela amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus.
Da mesma boca procedem bênção e maldição. Meus irmãos, não pode ser assim!
Acaso pode sair água doce e água amarga da mesma fonte?
Meus irmãos, pode uma figueira produzir azeitonas ou uma videira, figos? Da mesma forma, uma fonte de água salgada não pode produzir água doce. 
Tiago 3:2-12

A língua dos sábios torna atraente o conhecimento, mas a boca dos tolos derrama insensatez. 
Provérbios 15:2


O falar amável é árvore de vida, mas o falar enganoso esmaga o espírito. 
Provérbios 15:4


De qualquer modo, a bíblia também diz:
Por isso, exortem-se e edifiquem-se uns aos outros, como de fato vocês estão fazendo.
1 Tessalonicenses 5:11
Pelo contrário, encorajem-se uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama "hoje", de modo que nenhum de vocês seja endurecido pelo engano do pecado,
Hebreus 3:1
3


Portanto, irmãos, rogo-lhes pelas misericórdias de Deus que se ofereçam em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus; este é o culto racional de vocês.

Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.
Pois pela graça que me foi dada digo a todos vocês: ninguém tenha de si mesmo um conceito mais elevado do que deve ter; mas, pelo contrário, tenha um conceito equilibrado, de acordo com a medida da fé que Deus lhe concedeu. 
Romanos 12:1-3


Destacamento de Operações de Informações - Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-CODI). Pelo amor, de Deus, a ditadura “já acabaou”, não precisamos de mais um DOI CODI na igreja.

PRECISAMOS DE MAIS LOVE. GOOD VIBES

Karol Flegler

domingo, março 03, 2013

E.B.D - Ensinando a pensar


Tempinho não escrevo... também neh?! Eu to muitíssimo ocupada, super ultra mega empolgada este ano!!! Genteeeeeee, já estamos em Março! Okok, fora isso devo dizer, o tempo corre, as crianças crescem e eu, finalmente sou tia. A propósito, vamos falar de educação cristã? Embora minha formação não tenha nenhuma relação religiosa, eu tenho algumas disciplinas super chatas da área da pedagogia, que cá entre nós, não me serve pra nada, a menos que eu queria muito passar em um concurso e responder as respostas certas pro governo. Mas, se não posso fugir delas, a intenção é enfrentá-las. E o que isso tem haver com educação cristã? Nada.

Devo dizer que no Brasil, historicamente, a “educação e o ensino”, deu-se por meio da religião. Catequismos e alfabetização bombou nos primeiros séculos após o descobrimento fajuto deste país. Agradecemos aos Jesuítas. Alías... bom, vamos ao assunto, senão, vou começar a falar da educação imagética.

Nos últimos meses fui convidada a assumir uma classe de Escola Bíblica dominical, dos juniores, crianças de 9 a 13 anos. Além de trabalhar com criança todos os dias no estágio, além de ter o pequeno grupo na terça, agora também temos a responsabilidade de formar intelectualmente seres que estão às 8h da madrugada esperando a porta abrir pra ter a aula sobre a bíblia. Quer queiram os pensadores ateus ou não, essas crianças entendem o valor de acordar em pleno domingo para assistir alguém trilouca contando histórias da bíblia com aplicações para nossos dias.

Outro dia postei uma imagem informando sobre o horário da EBD, e um cara me perguntou quem seriam as criaturas que acordariam cedo nos domingos pra ler aquilo que dá mais sono, a saber, a bíblia. Eu respondi que eram os cristãos. E como resposta ele disse: - - Eles são loucos.

Loucos sim, talvez.

Do mais, é importante lembrar que pra dar as aulas eu pesquiso muito na net, neh!? Mas só acho deseinhos pra pintar sobre as histórias bíblicas. Já não basta meu eterno desconsolo pelos professores de arte que dão aula de desenho livre, me preocupo ao saber que professores das escolas bíblicas dominicais ao redor do Brasil também fazem o mesmos com nossas queridas crianças interessadas e esforçadas.

Devo dizer que nunca fui boa aluna em nada. Muito pelo contrário. Não era por muito estudar que minhas notas, por vezes eram boas, era pela boa lábia, ou lógica. Na EBD também não foi muito diferente enquanto aluna. Mas não sou eu o objeto de estudo.

Tenho dificuldades, mas não para relacionar os fatos com atividades. Tenho dificuldades pra contar histórias que eu mesma estou cansada de saber. Por isso a pesquisa. No último trimestre estudamos sobre Gênesis, mas não o de sempre, o gênesis que precisa estar bem estabelecido em nossas mentes. Aquele cujo qual mostra Jesus como plano inicial de Deus para resgate da Humanidade.

Seja marcação na bíblia, ou pesquisas fora dela. As crianças se esforçam. Na última lição, alguns deveriam procurar os deuses egípcios que o Deus de Israel, dos Hebreus derrotou com as 10 pragas. E sabendo disso, e não somente quais foram as pragas, o entendimento a priori é de que Deus é maior do que todos os deuses. Que Ele protege seu povo. Posteriormente, pode ser que ninguém se lembre das 10 pragas, mas de uma coisa é certa. Vão se lembrar de como Deus acabou com os deuses do Egito. E por mais que eles tenham pesquisado na internet e que tenham visto que outras pessoas acreditam em fenômenos naturais a cerca das pragas, eles leram a bíblia e lá diz o que nós precisamos saber.


 Mas nem tudo são flores, não é? E o menino que não vai a EBD regularmente por que o pai viaja todos os fins de semana? Ou os que são mimados pelos pais, porque dizem: - “Ah, ki dó, deixe-o dormir”. ISSO, PAIS! Deixem-os dormir no domingo de manhã. Só não reclamem do sono espiritual na juventude, aí os senhores tentaram dizer: “Desperta, ó tu que dormes.” E de nada valerá.

Enfim, estou aprendendo. Suando, mas aprendendo. Agora sou aluna número 1, primeira a chegar a última a sair. Fazendo os piores questionamentos pra mim mesma. 

Karol Flegler


sábado, janeiro 05, 2013

QUEM VIVER, VERÁ.



Ano passado morreu muita gente, fato! Entre celebridades e desconhecidos, meros mortais fecharam os olhos e nós não os veremos mais. Bom, depende. A morte dedicou-se muito e ganhou o prêmio de funcionária do ano! Congratulations!

Bem, a questão não é essa!

O livro do Apocalipse é cheio de “Ví”.

Em outras palavras, mortos como estamos não veremos nada, é preciso nascer de novo.

Ninguém pode ver o Reino de Deus, se não nascer de novo". 
João 3:3

E depois que João viu aquilo tudo Viu a nós que nascemos, vendo o EU SOU.
Eles verão a sua face, e o seu nome estará em suas testas. 
Apocalipse 22:4

A PARADA da morte é sinistra, mas ela precisa acontecer, mas não só a morte "morrida" como acontece todos os dias, a morte de nós mesmos que deveria acontecer todos os dias, de modo que nosso novo nascimento nos possibilita de VER.

Viajei, mas saca só,

QUEM VIVER, VERÁ. AGORA FAZ TODO SENTIDO - QUEM VIVER, VAI USAR TODOS OS SENTIDOS;

Karol FLegler